CLÁUDIA, A JAPONESA


Descendente de Japonesa Sendo humilhada pelos colegas

Meu nome é Claudia, moro perto do centro de São Paulo com a minha família.

Sou oriental, 22 anos, cabelos e olhos negros, 1,65 alt, 50 quilos.

Sempre gostei do meu corpo, mesmo tendo pouco seios ou bumbum. Sempre tive um pele clarinha e cabelos que sempre chamaram a atenção do pessoal da faculdade,negros longos até a cintura. Quem adorava era meu namorado, sempre adorou puxá-lo quando estávamos nos divertindo.

O conto que irei contar aconteceu há dois anos atrás, quando estava fazendo faculdade.

Eu tinha um grupo de trabalho formado pelos meus colegas: Carlos, Guilherme e Susan. O Carlos e o Guilherme sempre viviam me paquerando e elogiando meu corpo, mas sempre gostei de esnobar e falar que era comprometida e que não gostava desses comentários. Adorava dizer que era muita farinha para pouca feijoada.

Quando estava chegando o carnaval, foi pedido pelo professor um trabalho em grupo...odiei, pois queria aproveitar o carnaval, mas com aquela tarefa não dava..., mas Carlos teve uma ideia que todos, exceto Susan adoraram. Carlos tem uma casa lá em Peruíbe, lá poderíamos fazer o trabalho e curti a praia e a cidade, pensei em levar meu namorado, mas como ele trabalhava em um hospital, estava escalado para plantão naquele feriado. Susan também não podia ir, tinha um compromisso de família muito mal contado... o resultado é que fomos aproveitar o carnaval e fazer o trabalho eu e meus dois colegas.

A viagem foi demorada e cansativa, pois pegamos um transito horrível, e mesmo tentando dormir no banco de trás não conseguia, pois estava muito quente e o som do carro não ajudava, pois meus colegas são dois surdos.

Chegando lá aproveitei para conhecer a casa do Guilherme. Era muito grande, tinha um muro alto, piscina, 4 quartos, uma sala enorme com um x-box, uma cozinha enorme e um lustre que parecia ter saído de filme.

Como estava precisando de um banho, pedi para o Carlos me mostrar o meu quarto.

Chegando lá ele me mostrou um quarto simples, mas com meu próprio banheiro. Não pensei duas vezes, quando o Carlos saiu encostei a porta, deixei uma muda nova de roupa na cama, joguei a minha roupa suada no chão e fui usar o chuveiro.

Foi um banho delicioso, fiquei um bom tempo, era um daqueles chuveiro pressurizados, a agua batia que era uma delícia no meu corpo.

Quando terminei peguei minha toalha e fui me trocar no quarto. Quando cheguei tomei um susto, pois minha malas, minhas roupas e até a roupa de cama, cortinas e quaisquer outra coisa que pudesse usar além da toalha que tinha no banheiro tinham sido removidas enquanto eu tomava banho.

Fiquei uma onça, muito brava mesmo com a brincadeira. Abri a porta do quarto e disse: " Seus desgraçados, eu quero minhas roupas de volta", então eles responderam "Dessa a escada, tudo que é seu está aqui em baixo".

Voltei a xingar, e pensei " Vou entrar no quarto de qualquer um deles e pegar uma roupa, não importa que seja de homem.

Fui no primeiro quarto e encontrei a porta fechada, no segundo também. Todas as portas exceto a do meu quarto do primeiro andar estavam fechadas.

Fiquei muito mais puta e gritei: " Quero minhas roupas agora".

E o Carlos disse: " Dessa aqui em baixo, senão vai ficar o feriado apenas de toalha".

Estava tão brava que fui logo descendo a escada apenas de toalha, mas quando vi os dois meio que de olho, fiquei com vergonha e tentei segurar a toalha por cima e por baixo para que eles não acabassem vendo nada.

Enquanto estava descendo o Guilherme disse:" Nunca vi uma japonesinha tão vermelho, se a toalha fosse vermelha em vez de rosa, pareceria que não estava usando nada.".

Eu disse: "Seus desgraçados, quero minha roupa agora, onde ela está?".

"No armário", disse o Guilherme.

Fui na direção da porta e para minha surpresa, estava fechada.

Eu disse: " Está fechada, porra me dá a porra da chave".

O Guilherme disse com um sorriso. " O japa, é só pegar, olhe para cima"

A chave estava presa no lustre da sala. eu disse: "Como irei pegar essa porcaria?"

O Guilherme disse: " Problema seu, a roupa não é minha".

Então como vi que não teria ajuda, fui empurra o sofá da sala para perto do lustre.

Que idiota que fui, com o meu tamanha eu tive a maior dificuldade para empurrar o sofá e segura a toalha.

Duas vezes escorreguei e machuquei meu joelhos. E os dois falando " Fica mais fácil se você parar de segurar a toalha".

Falei " uma merda que vocês irão ver um milímetro que seja do meu corpo seus punheteiros".

Quanto finalmente o sofá estava em baixo do lustre, vi o meu grande problema...não tinha altura suficiente...

Pulei várias vezes escutando as risadas dos dois, especialmente o "ops acho que vi algo".

Estava cansada e com muita vergonha e disse: " Por favor, me ajudem".

O Carlos falou: " Tem um escada no quintal, pode usar, isso é se trazer 6 cervejas de uma vez da geladeira"

Putz que bastardo, foi horrível, pois tive que colocar duas no meu sovaco, duas nas mão e duas entre minhas pernas.

Tive que ir pulando e pressionando bem meus braços junto ao corpo para não deixar cair a toalha.

Depois de rirem muito e pegarem as cervejas, me foi liberada a escada.

Quando cheguei perto da escada vi a sacanagem que me fizeram. A escada era um bicho enorme de metal, que não dava para segurar com apenas uma das mãos, era quase impossível com as duas.... não teve jeito, fui carregando a escada como se estivesse bêbada. Toda hora derrubava a porcaria da escada, teve uma hora que parte da toalha caiu e apareceram meus seios. escutei " Olha que peitinhos".

Que saco, depois que cobri os meus seios tinha que pegar a escada e era muito difícil, mas consegui por em baixo do lustre, mas a merda da toalha ficou presa. Não conseguia tirar a porcaria, então tive que fazer uma coisa muito humilhante. Deixei a toalha presa na escada e subi para pegar a chave.

Escutei" Olha que delícia, humm, continua subindo Claudia".

Cheguei na chave e não conseguia tirar, foi um trabalha absurdo e os dois rindo e comentando sobre o meu corpo.

Quando finalmente tirei a chave fui na direção do armário, mas....a porta também estava fechada.

Fui reclamar, mas quando olhei para trás vi que o Carlos subiu e jogou a toalha dentro do meu quarto e trancou.

Comecei a chorar tentando me cobrir, perguntando o que fiz para eles e pedindo minha roupa.

Quando o Carlos desceu da escada ele pegou o celular e discou.

O que ouvi me deixou de pernas bambas. " Oi, então, confirmado? vocês três daqui 40 minutos em casa? tenho um novo jogo do x-box para nós."

Quando escutei eu disse: "Você é louco? não pode fazer isso comigo, não quero mais gente me vendo assim, por favor....".

Eu chorei muito e o Carlos disse apenas isso: " Se ajoelha e implora, quero sua cara grudada no chão"

Então por causa do medo, me ajoelhei e fiquei com a cara grudada no chão."

O Guilherme foi atrás de mim e ficou olhando minha bunda e comentando " A Claudia patricinha tem uma bundinha bem gostosinha, hummm olha a bucetinha e cuzinho dela".

O Carlos veio lentamente e colocou o pé em cima da minha cabeça e disse: " Você sempre foi muito arrogante, muito nariz empinado, e agora, como se sente pelada, de quatro e de bunda para cima na frente da gente? cadê aquele orgulho todo?"

Eu disse" por favor, minhas roupas",

O Carlos falou: "Você terá que merecer, está vendo aquela coleira perto da janela? vá de quatro e entregue para o Guilherme."

O Guilherme disse" vai rebolando sua vaca".

Que humilhante, andando pelada, de quatro e rebolando.

Peguei a coleira e fui levá-la para o Guilherme que pós no meu pescoço.

"Vamos passear, disse o Guilherme", "não, não quero sair no quintal por favor" eu disse.

O Carlos falou apenas, "30 minutos para chegarem, que surpresa terão'.

Então baixei a cabeça e fui saindo... escutando ordens como "dá a patinha, abana o rabinho,late etc".

Tive que fazer todas, inclusive quando mandaram fazer xixi no quintal.

Que humilhante, era uma merda de vingança, se apenas fosse para me comer, seria mais fácil... mas eles queriam me ver humilhada e com medo.

Quando voltamos para dentro o Guilherme colocou aquela porcaria de fuck e disse: " dança agora".

Tive que "descer até o chão". que humilhante, sempre critiquei aquelas músicas e sempre disse "só quando for uma puta eu danço isso"...e eles lembraram disso.

"Então Claudia? se você dançasse fuck seria o quê ? Ahhh! Puta, hummm diga eu sou uma puta japonesa".

Eu disse" Por favor, nã..".

Então ele disse: " Fala agora, ou vai falar na frente dos meus amigos".

Então comecei. " Sou uma puta"

"Que tipo de puta vc é Claudia?"

"Sou uma puta japonesa"

"Putinha?"

"Sim, sou uma putinha japonesa"

O Carlos chegou perto e me disse: " Seu namorado se gaba das transas que vocês fizeram, então tudo que eu perguntar você não pode mentir, senão eu não entregarei a chave e farei as mesmas perguntas na frente dos meus colegas".

Abaixei a cabeça comecei a chorar e disse sim com um movimento da cabeça.

Então Carlos começou:

"Seu namorado disse que você tem uma jeito muito bom de deixar o pau dele bem duro. humm qual era o nome? ah! massagem de batom, me fale dela"

Nossa que horrível, realmente meu namorado estava falando das nossas transas com eles. Eu não poderia mentir.

Antes de começar o Guilherme disse: "Hum, eu não estou sabendo de nada, estou muito curioso".

Então comecei" Eu seguro o pau do meu namorado com os lábios, e de ladinhos vou subindo e descendo,fazendo um movimento como se fosse de punheta, mas usando meus lábios".

"Olha, que delícia, não é Carlos?'

Então o Carlos fez uma nova pergunta: " O que vc passava no pau dele e como removia?"

Então eu disse: "Creme de leite, depois eu passava a língua para espalhar, depois engolia a pau inteirinho na boca e engolia tudo".

"Muito vadia, mais que puta você é. Carlos, vc deveria ter me contado, menina toda recatada, mas uma grande puta"

" Essa pergunta é especial. Você chupava o pau do nosso amigo enquanto ele fazia ligações para nós?"

"Sim...."

"Agora para finalizar, que fantasia vc realizou na chácara do seu namorado?"

Tudo, meu namorado tinha contado tudo,mas essa, juro que doeu.

"Eu fiquei nua, coloquei orelhas falsas de elfo e andei a cavalo com ele á noite"

"Foram vistos?"

"Sim".

Guilherme não perdoou " O que, então não somos os primeiros a ver ela se exibindo, que puta, A galinha japonesa do senhor dos anêis.

Minha vida devassada.

O Carlos falou " Faça o mostra for para nós, agora".

Então, eu fiz. Abaixei e comecei a levantar bem a minha bunda, deixando ela bem aberta e apoiada no sofá. E disse fazendo movimentos giratórios com meus cuzinho bem amostra: " Cada a abelha para a minha flor, olha ela abrindo e fechando". fiquei fazendo o pisca pisca com meu cuzinho.

Quanto achei que não poderia ficar pior, escutei vozes e a campainha tocou, os amigos do Carlos chegara.

O Carlos disse: " Faça tudo que o Guilherme mandar, vou segurar eles lá fora, se o Gui ligar no meu celular ou sair,vou entrar com todos, se ele aparecer com um polegar, vou com eles em outro lugar. Mas faça tudo que ele mandar, viu sua puta"

"sim"

"Sim o quê?, como se diz para os seus senhores?"

"Sim meu senhor".

Carlos saiu e foi falar com o pessoal, aproveitou e disse para irem comprar cerveja.

O Guilherme aproveito para me usar.

Chupei o pau e as bolas dele, rebolei para ele, beijei os lábios e os pés, fiz a massagem do batom e a abelhinha.

Ele pergunte para quantos caras já dei e falei a verdade, estava com medo que ele realmente soubesse.

Depois de algum tempo escutei o barulho de um carro e a voz do Carlos e dos amigos dele

O Gui falou" me segue ou todos irão lhe ver", então ele me levou a garagem e prendeu a coleira no cano perto do carro.

O desgraçado tinha dois cadeados, eu não podia tirar a coleira ou tirar a corrente do cano.

Espera ai.

Fiquei esperando e escutando o pessoal conversando. que medo.

Depois de um tempo apareceu o Carlos e disse: " O pessoal está jogando, vamos, chupa o meu pau vadia, chupa de forma submissa, senão".

Comecei a chupar de forma muito gostosa o pau dele. Eu beijava, acariciava, faria massagem com a língua, colocava só a cabecinha e depois engolia até o final e dizia baixinho "A putinha espera que o senhor esteja gostando"

Precisava ter certeza que estava gostando, pois tinha muito medo que ele ficasse bravo e chamasse os outros.

Então apareceu o Gui. tomei um susto, pois não sabia que era ele, dei um gritinho e torci para que ninguém tivesse ouvido.

Então comecei a chupar o pau dos dois. Teve momentos que tive que por os dois paus na boca, achei que poderia vomitar, pois nunca tinha feito uma coisa daquela, e o pau dos dois não eram pequenos, por isso não era fácil. Depois fui penetrada na minha bucetinha pelo Carlos, enquanto chupava o pau do Gui.

O Gui dizia: Você já viu uma putinha namorar e chupar tão gostoso uma pica e um saco como essa Burguesinha?

O Carlos disse: Toda Partricinha, especialmente uma japonesinha como essa, são especialistas, dá vontade de tirar uma foto.

Eu disse: Seus idiotas.

Então levei um tapa na bunda e ouvi do Carlos: Idiotas? quem é que está sendo puta? quem está dando e chupando o pau de dois caras? Perde perdão senão vou berrar e chamar o pessoal.

Ele começou a puxar meu cabelo com muita força me pondo de joelhos, então eu disse: Por favor meus senhores me desculpem. Eu sei que sou uma puta e devo fazer o que me mandarem, mas por favor, me perdoem.

Quando escutei os amigos deles chamando os dois dei graças a Deus que deu tempo deles subirem as calças e saírem antes do pessoal chegar.

Depois de um Tempo veio o Gui e disse. "Entra nessa caixa". Era uma caixa para transporte de animais.

"Mas".

"Vamos fazer um churrasco aqui fora, quer ser vista?".

Entrei imediatamente.

Fiquei torcendo para não ser vista, mesmo com a portinha voltada para a parede, pois eles usavam a caixa para deixar a cerveja.

Como o Carlos não acendeu a luz de fora, eles não conseguiram me ver através dos buracos das caixas.

O Gui começou a contar sobre mim para os caras, não que eu estava aqui etc, mas as coisas que o meu namorado disse.

Que vergonha, pois um dos três eu conhecia da minha rua.

Então quando estava dando acredito uma 2:00 horas da manhã, eles disseram que precisavam voltar, o Carlos falou que dava uma carona.

Estava ficando feliz se não fosse por um coisa. Enquanto os três colegas deles estavam arrumando a sala. O Carlos junto com o Gui me colocaram no porta malas do carro, com caixa e tudo.

Não podia criar ou reclamar.

Então lá estava eu nua, dentro de um carro, com cinco caras, não sabendo para onde eu estava indo.

Escutei quando eles deixaram dois no caminho, mas fiquei muito assustada, pois estacionamos da casa do terceiro.

Então a porta do porta malas se abriu e eu vi. O Carlos, Guilherme e o terceiro meninos esperando eu sair da caixa.

Não acreditava, eles iriam me mostrar para um deles, o pior, era o menino da minha rua.

Então o Carlos disse: " Essa caixa dá para desparafusar, mas quero que você saia por conta própria, ou senão nós iremos levar ela para duas quadras daqui, desparafusar e deixar você voltar nua para casa".

Não sai, mas quando pegaram a caixa, eu falei "Sim,vou sair".

"Sim, o quê?"

"Sim, meus senhores"

Então sai no quintal, dei uma voltinha do jeito que pediram e fui para o quintal da casa do menino

Eu recebia muitos elogios do menino, ele disse que sempre teve vontade de me ver de maiô, mas nunca imaginou que me veria nuazinha e como escrava. O menino queria ver meu corpo molhado, então tive que nadar na piscina na casa dele. Estava fria a água, mas não tinha escolha, estava sem roupa e longe da casa onde estava hospedada.

Então o Carlos falou:" estou com fome, O escrava japinha, patricinha escrava, vai preparar uns lanches e pegar cerveja para a gente", como uma obediente escrava eu fiz o que mandaram.

Servi e fui usada como mesa.

Que vergonha, não era mais a nudez, e sim a situação.

Depois de um tempo chegou o irmão do menino que mora na minha rua e perguntou: " Minha nossa, onde vc conseguiu essa mesa meu irmãozinho?, vc tem idade para isso? hehehe"

"Tenho 18, vc sempre esquece meu aniversário, essa é nossa escrava a Claudia, você não lembra dela?"

Então o menino me puxou pelos cabelos me forçando a mostrar o rosto.

Eu queria me cobrir com as mãos, mas o Gui segurou meus braços atrás das costas.

"Putz, é vc Claudinha".

Que humilhação, agora estava vendo, eu já tinha ficado com ele, e o pior, não tinha ficado só nos beijos.

Novamente foi passada minha história, agora também com os detalhes do meu ex-ficante.

Então o meu ex-ficante falou"lembro que você sempre negou uma chupetinha, não gostava e tinha vergonha. hummm, vamos ver se não gosta, se tem vergonha com a gente olhando".

Então fui chupando, de tudo que era modo, mordia a cabeça,beijava, massagem no saco. tudinho.

Enquanto eu chupava, o Carlos começou a fazer carinho com o dedinho no meu cú e pedir a opinião dos outros dois meninos: O que acham rapazes, já viram uma flor de sakura? hehehehe"

Então após isso os irmãos iriam me comer juntos, mas não antes de mandar fazer outra coisa.

Pegaram uma aparelho de barbear e disseram: Se depila na nossa frente.

Então comecei a me depilar e ficar bem lisinha para eles.

"Gostosa, putinha, safada, japa branquinha".

Depois disso tive minha primeira dupla penetração.

Meu cú estava ardendo, só não sofri mais porque o Carlos pegou o pote de maionese e como lubrificante.

Os dois irmão disseram: " Sushi com maionese, hehehehe"

Enquanto o irmão me chupavam comecei e ver algo que não acreditava. Quebraram todas as minhas barreiras, tudo.

Comecei a ficar molhada e então gozei. Não consegui segura, não acreditava, estava sentindo prazer.

O Gui disse:" ela está gostando, Quer chupar meu pau?"

"Sim"

"Não entendi"

"Sim meu Senhor, quero chupar o seu e de todos."

O Carlos disse:"Então lhe darei duas opções: 1 ° Não precisa chupar o pau do Guilherme e depois de terminar com os nossos amigos, lhe darei as roupas da irmã do Gui, que estão no carro"

2° Vai chupar muito e dar muito, mas vai dar aqui, e na casa dos meus outros dois amigos e irá peladinha no banco de trás chupando gostoso.

Não acreditava, mas escolhi a 2°

Depois de chupar o Gui fomos nas casas dos outros dois, dei muito na casa do primeiro, na do segundo fomos recebidos pelo caseiro, que ficou assistindo eu ser comida por todos.

Quando era 7:00 estava de volta para casa, comida, chupada, tinha chupada também.

Eu não tinha mais neuras, orgulho nem nada, apenas a vontade de servir aqueles homens.

Quando voltei, continuei sendo escrava dos meus dois colegas de casa e dos dois vizinhos.

Era escrava de sexo (cheguei a transar na escada de incêndio com os dois irmãos e um primo deles)

e também escrava de limpeza de todos. Lavava, passava, cozinhava etc Sempre nuazinha.

Hoje sou muito feliz como escrava.

Sou a japonesinha escrava deles, a Susan perdeu a oportunidade de ser feliz como eu

E o meu namorado, estamos juntos até hoje, por quê? Porque gosto de saber que ele é corno, e corno dos melhores amigos.

Espero que tenham gostado

Meu twitter @nat17sub

  • Leandro escravo: Essa pessoa não é a autora dos contos. Esses contos pertencem a Claudia japonesa. Que chata, a autora verdadeira fica um tempo sem postar se tratando de um câncer e já começam a pegar o trabalho dela para levar a fama.

     • uid:g3ipwkdrq
  • Sem nome: Pra mim quando você diz que é oriental e me aparece com um nome nitidamente ocidental, quebra qualquer alusão mental que eu faria a uma nissei, nos esperamos algo como Sayuri ou Akemi, ou ate um nome composto de ocidental e oriental, tipo Naname Yara ou algo assim, outro ponto é que se este conto fosse narrado do ponto de vista de um namorado que estava vendo os trotes com a namorada ficarem cada vez mais pesados, seria mais interessante.

     • uid:830y27xy43
    • Lucas: Sou e peruibe..lucasantonio.46@outlook.com

       • uid:81rcz4jhra
  • Anon09: Conto mt gostoso, orientais, principalmente as japas, podem parecer tímidas mas no fundo são muito safadas, loucas para serem dominadas, show de bola

     • uid:830x8ep0v2
    • Vitor Hugo: Concordo com vc. Eu jogava futsal na escola, e tinha uma japonesa, a Kimiko, que não perdia um jogo nosso. Ela tinha 14a, era "super tímida", quer dizer, ela era na dela né, bem seletiva nas amizades. Eu era goleiro do time, e a cada defesa, ela fazia festa. Eu tinha 17a, e minhas experiências sexuais eram com as "dadivovas" do bairro. A Fátima(16a)que dava mais que chuchu na cerca. A Eunir(16a) que diziam que era sapatão por ser bocuda demais. Mas de sapatão não tinha nada, ela dava até a bundinha. E com a Elaine(15a) a mulata sensação do bairro, que me chamava de "branquinho gostoso", e chupava até minhas bolas. Mas com a Kimiko, foi demais da conta. Dias após ter me machucado num jogo, ela descobriu com uma amiga onde eu morava, e foi me visitar, porém mentiu pra avó ao dizer onde ia. Qdo a vi no portão de casa sorrindo pra mim, não acreditei. Nasceu uma amizade legal, e no terceiro dia de visita, descobri que ela não era tão tímida qto parecia, e que gostava de uma boa safadeza. Rolaram uns beijinhos, mas só após eu prometer que ficaria só entre nós. Ela beijava gostoso demais, e enquanto a beijava, ousei acariciar seus pequeninos e deliciosos seios, ela permitiu, e era demais apalpa-los. Qdo ela foi embora, tive que tocar uma de tanta dor no saco. No dia seguinte, mais que beijos, e então aconteceu dela me fazer gozar tocando uma pra mim. Foi demais descobrir que a japonesinha tímida era bem safadinha tbm. E foi com ela tbm, que descobri que as experiências sexuais que tive até então, não eram nada perto do vivi com ela. A japonesinha era demais, dava show na cama, e gemia tão gostoso qdo trepava, que segurar pra não gozar rápido, era difícil. Viramos "amantes" né, e ela me confessou tbm, que perdera a virgindade aos 12a com o avô materno, e sempre que ele vinha ao Brasil (ele trabalhava no Japão), à avó saía cedo, só voltava a noite, e ela passava o dia na cama trepando com o avô. Terminei o colegial, saí da escola, mas a Kimiko continuou "me visitando"...rsrs

       • uid:g62zeo4m0
  • maisumnessesite: puta q pariu mlr historia q ja nesse site

     • 

    Japonesa humilhada Nordeste

    5.1k palavras | 4 | 3.159.1k

    Descendente de japones sendo humilhada no Nordeste

    Ele é um homem muito orgulho, pois é descende de samurais.

    Como homem de posses, ele tem casas em toda a parte do Brasil.

    Eu estava entrando de férias da faculdade e estava tendo problemas com meu namorado. Acabamos pedindo um tempo (isso mesmo, apesar do ocorrido no outro conto, ainda estávamos juntos).

    Meu pai me viu chateada e disse: “ Filha, por que não viaja? Escolha uma das nossas casas”.

    Adorei a idéia, estava louca para pegar um sol e ficar um tempo tranqüila longe do pessoal.

    Então escolhi minha cidade e fui passar o mês lá.

    Peguei o vôo em Guarulhos, levou mesmo de 3 horas para chegar lá.

    Que delícia, que som maravilhoso, gastarei vários tubos de protetor na pele.

    Fui pegar minhas malas e pegar um táxi até o chácara do meu pai (tive que pagar um extra, pois a estrada é de terra e pedras, um local de acesso muito complicado para carros). Achei que seria muito bom curtir a cachoeira e andar a cavalo. Votaria uma japonesa bem morena.

    Cheguei lá no local e fui recebida pelo Sr. Francisco, um homem moreno, entre 50 e 60 anos que cuidava do lugar junto com o seu primo Sebastião, um Cearense bem típico, que cuidava das hortas e cavalos, ele tinha em torno da mesma idade do seu Francisco.

    Eu disse: “Oi pessoal, a quanto tempo’.

    Seu Sebastião disse apenas “Bom dia”, enquanto o seu Francisco disse: “ Bom dia Claudia, faz tempo, da ultima vez que lhe vi, você tinha 14 anos, se não me engano”.

    Eu disse: “ Isso mesmo”

    Antigamente costumávamos ir em todas as férias escolares para lá, seu Francisco praticamente me viu crescer

    Reparei que ambos estavam com as roupas de trabalho, suadas, sujas e rasgadas.

    Falei com o seu Francisco que iria me trocar e queria ver os cavalos.

    Ele falou que me aguardaria.

    Tomei banho e sai de mini-saia e blusinha, estava um calor terrível.

    Seu Francisco me mostrou tudo, mas estava com uma cara muito séria.

    Enquanto eu estava fazendo carinho no cavalo, ele disse que eu precisar ir agora ver uma mensagem que chegou no e-mail dele. Estranhei, mas fui.

    Chegando lá estava o notebook ligado no skyp, e para minha surpresa, na tela estava o Carlos (ver no outro conto).

    Ele disse: “ Oi Claudinha, como está a minha japa patricinha preferida, adorei saber que seu pai gastou o maior dinheiro para levar acesso rápido de internet ai na sua chácara, mas isso é fácil, com o salário que paga para os caseiros, ele salário mixurúca.”

    Eu disse: “O que você quer?”

    Eu quero mostrar umas fotos e vídeos para você, pode ficar perto da tela, os seus caseiros já viram”

    Então ali estava eu nua, dando para o Carlos e Guilherme. O desgraçado tinha deixado uma filmadora escondida. Com parte das filmagens ele criou alguns arquivos de fotos.

    Ele tinha passado todos os arquivos para o meu caseiro e disse:

    “ Então minha putinha, você vai ter que compensar o sofrimento que seu pai e você fizeram a esses dois homens passaram, Eles me contaram como você faria eles de cavalinhos e que sempre que parava a brincadeira você procurava um lugar para lavar as mãos. Sentia nojo dos cavalos? E quando acabava com a noite deles fazendo pedidos ridículos? Bom minha japa, agora você fará tudo que eles desejem, senão as fotos e vídeos irão para os amigos do seu pai”

    Perguntei: “Por quê?”

    Ele respondeu “ Porque você sempre gostou de humilhar os outros, você pagou o que me fez em Peruibe, mas não o que sua família fez para esses pobres homens.

    Então Faça tudo o que eles queiram viu. Ah! Contei os detalhes sobre você também.

    Até”

    Eu não acreditava, fiquei numa situação muito pior que a de Peruibe. O que vai acontecer... então escutei. “Vira sua vaca branquela”.

    Virei e vi aquela cara de desdém do seu Francisco e Sebastião.

    Seu Francisco disse: “ Então, você agora é a nossa empregadinha...hummm”, vai aprender a cuidar da fazenda e outras coisas.”

    “Por favor, eu nã... .”

    Levai um tapa na cara e ouvi: “ Você só fala quando eu autorizar, ok?” comecei a chorar e fiz ok com a cabeça.

    Então Claudia, quero ver a filha do “Samurai de peladinha agora”

    “Por favor. Eu”.

    “Agora sua porra!!!!”

    Tive que tirar, tudo. A blusinha, a saia, depois e depois minha calcinha.

    Eu não conseguia sentir tesão da situação, não eram jovens me olhando e sim dois velhos matutos.

    Eles mandaram eu pegar as minhas roupas e jogar na fogueira.

    Comecei a chorar muito mais, eu adorava aquelas roupas, não imaginava a raiva deles contra mim e meu pai.

    Seu Severino disse:“Vai até o curral vaca”

    E comecei a andar, mas logo fui empurrada e cai no chão.

    Seu Severino disse: “ Vaca anda de quatro, sua vaca idiota”

    Então comecei a andar de quatro, com os dois andando atrás.

    Então ouvi: Francisco, o que acha dessa bundinha de vaca, parece a bunda da mãe não é ? hehehe”

    Severino, isso é filha de Samurai, mais respeito. Hehehe. Empina mais e deixa mais aberta sua desgraçada.

    “Anda mais rápido vaca.” Então seu Severino foi na frente e começou a puxar meu cabelo. Como doía, eu tive que andar mais rápido para ele não arrancar, enquanto seu Francisco ria muito.

    Então chegamos ao curral.

    Seu Sebastião disse: “ Quero um balde de lei, ordenha a vaca sua vaca”

    Me deram um banquinho minúsculo, que quando sentei fiquei o meu cuzinho todo arreganhado para os dois. Queria por o banquinho mais para frente, mas não me deixaram, tive que por o banquinho mais longe, pois assim eu ficava numa posição mais humilhante. Abaixada de bunda bem aberta no banquinho.

    Não conseguia ordenha, não sabia, tinha medo da vaca.

    Então ouvi: “ Se não consegue com as mãos, usa a boca”

    Não queria, mas me seguraram os braços e forçaram minha cabeça nas tetas.

    “Se não chupar as tetas, vai chupar o pinto do cavalo ali, aquele mesmo que seu pai gosta de montar.”

    Não tive escolha, comecei a mamar e tirar leite com a minha boca.

    O cheio das mamas da vaca eram fortes, tive muito trabalho para não passar mal e encher o equivalente a um copo.

    Após, eles me largaram e riam muito.

    Seu Francisco disse: “Queria que seu pai lhe visse agora, sua japonesa desgraçada, queria ver o orgulho dele agora”, vou acabar com o seu também sua puta.”

    O seu Severino falou: “Vou enterrar todas as suas roupas, e só no ultimo dia vou dizer onde está e lhe dar uma pá.”

    O Seu Francisco disse: “ Você vai levar uma encomenda para seu Barnabé, ele mora 5 minutos de cavalo, se lembra dele?”.

    Eu disse: “ Espera, estou nua”

    “Não me importa, você se lembra da casa”

    “Sim....”

    “Então se for rápido, ninguém além dele irá lhe ver”

    Não acreditava, estava tendo que montar em um cavalo, nua para levar uma encomenda para o vizinho.

    “ Peguei o pacote e fui montei no cavalo.”

    “Eles adoraram o movimento de perna que fiz, disseram que eu tinha uma bocetinha igual da minha mãe”

    “Mandaram eu dar uma voltinha, antes de ir” Adoraram ver uma japonesinha de 21 anos nuazinha em cima de um cavalo.”

    Então fui. Cheguei lá em 15 minutos, não conseguia andar direito em um cavalo nua na estrada, por isso tentei andar no meio do mato o quanto pude.

    Então cheguei lá, era uma casa velha, madeira surrada, muito pobre.

    Desci do cavalo e fui bater na porta. Estava muito assustada, pois não sabia quem estava lá além do seu Barnabé.

    Bati a porta, esperei, esperei e esperei.

    Não podia voltar sem entregar a encomenda.

    Depois de um tempo a porta abre.

    Lá estava ele, um homem de barba e cabelos brancos branca, com cachimbo, com certeza já tinha passado dos setenta anos.

    Oi, então você é a filha do seu “Nome do meu pai”, humm. Você cresceu...entre.

    Entrei na casa dele, sem ter certeza do que iria acontecer.

    O velho disse: “ Claudinha, não tenho mais idade para poder me satisfazer com o seu corpo, você está aqui para fazer as tarefas da casa, por isso, quero que limpe minha casa, ali está a vassoura e pá.“

    Não acreditava, tinha virada escrava de limpeza de um velho. Limpei tudo, foi um serviço do cão. Tive depois que pegar os ovos ( nunca levei tantas bicadas), dar alimentos aos animais, toda nuazinha.”

    Quando terminei seu Barnabé disse: “ Minha linda, terei que colocar uma coisa no seu botão de rosa para provar que você veio.”

    Não acreditava, eu tinha que abrir meu cuzinho para um velho, e deixar ele colocar algo para provar que fiz as tarefas.

    O negócio estava no pacote que entreguei, era uma pepino.

    Como foi horrível, tive que me mostrar, para um senhor que cheguei a chamar de vo. Agora estava de bunda empinada para receber um pepino dela.

    Tive que ficar com uma mão na minha bunda para que ele não caísse.

    Então ele disse: “ Pode ir minha neta”

    Quando sai, cadê o cavalo?

    Seu Barnabé disse: “ O Francisco falou para soltar o cavalo assim que você chegasse, mas não se preocupe, é rapidinho para você voltar e já está anoitecendo, vai ser mais difícil de um tarado pegar você”

    Então comecei o meu caminho no meio do mato.

    Como sofri, cheguei até a me perder, pois vi um grupo de jovens jogando bola e eles me viram. Comecei a correr e escutei-os correndo e falando: ela ta pelada.

    Eu fique escondida num matinho e ouvi um deles falando. “ vou comer ela primeiro”

    Eles sumiram depois de uns 10 minutos.

    Estava ficando de noite, e não encontrava o caminho para a chácara.

    Estava com medo de ter meu vídeos e fotos enviadas para os amigos do meu pai, então não tinha jeito, vi a estrada e segui.

    Apareceu um carro e o passageiro disse: “ Precisa de carona ? humm”.

    Eram dois rapazes numa caminhonete.

    Não acreditava, mas precisava chegar rápido então disse sim.

    Entrei e eles foram perguntando por que estava nua.

    Disse que roubaram minha roupas enquanto eu estava nadando.

    “Tadinha”

    “Pois é, aposto que está com frio, mas por que está carregando esse pepino sujo na mão?”

    Disse que não podia dizer, então o motorista disse: ‘desce”

    Não havia argumento, então eu disse: “ Preciso chegar em um lugar com esse pepino no meu cu”.

    Eles riram muito e falavam que iriam me levar no lugar depois de brincar, eu falei que não dava tempo, tinha gente me esperando.

    Um deles pegou um cartão e disse que daqui uns 300 metros tinha um orelhão.

    Aceitei e liguei, expliquei para o seu Francisco o ocorrido e ele disse: “ Tudo bem, mas eles te comem aqui na fazenda.”. E não esqueça de quando descer engatinha e beijar o meus pés pedindo perdão na frente deles”

    Não tinha jeito, falei com os caras e eles toparam. Não queria que eles soubessem quem eu era, mas não tinha jeito.

    5 minutos depois lá estava eu chegando. Quando desci, fiz o que seu Francisco disse, fui engatinhando de quatro beijei os pés dele e pedi perdão.

    Tirei o pepino do meu cú, e entreguei deixei na frente do seu Francisco

    Os caras adoraram.

    Então seu Francisco e seu Sebastião se sentaram e assistiram tudo.

    Faça como no vídeo, disse seu Sebastião.

    Comecei a rebolar, dançar, abaixar e provocar muito. Não sabia quanto o vídeo mostrava, mas tinha que fazer o que os meninos mais gostavam.

    Então fui de quatro perto dos rapazes que me deram carona e comecei a chupar os dois”

    Fazia carinho no saco com a minha língua, chupa uma bola de cada vez, beijava a cabeça rosa dos dois.

    Chupava só a cabecinha no começo e depois engolia tudo. Eles gemiam e adoravam.

    Quando fui ver, cadê seu Sebastião? Tudo bem, continuei chupando até que um deles explodiu na minha boca, engoli tudo, era um leite quentinho. O segundo que era mais velho, eu fiz ele deitar e subi na rola que estava muito dura. Eu subia e descia em uma velocidade que só o treino da academia podia explicar. Depois de um tempo ele me puxou pelos cabelos e me colocou na frente do seu Francisco de quatro, guspiu no meu cú e começou a comer com uma fome que nunca vi. Fiquei abaixada olhando o rosto do seu Francisco na minha frente. Uma hora ele pediu e segurou uma das minhas mãos enquanto eu era enrabada. Ele dizia: “ Igual a mãe”.

    Eu não entendia porquê ele falava isso da minha mãe, o que ela fez o que ele sabia?

    Então o rapaz que estava me comendo, segurou com muita força minha cintura, aumentou o ritmo até que explodiu. Encheu meu cuzinho com muita porra.

    Caí exausta,tinha andado, me machucado e dado que nem uma louca na frente dos velhos.

    Eles foram embora e disseram: “ Seus tios são legais, uma hora a gente se vê novamente”.

    Eu queria uma cama para dormir, mas o seu Sebastião apareceu e me chamou: “ Vem de quatro vaca, entra aqui nessa casa” Fui andando de quatro até a casa , seu Francisco vinha atrás de mim e às vezes ele me empurrava colocando o pé dele em cima da minha bunda e empurrando.

    Chegando lá vi, a humilhação total, a raiva que tinham da minha família. Era necessário acabar com a minha honra.

    Lá estavam todas as fotos da minha família ao redor de uma cama.

    Meu pai, mãe, avós, irmãos, tios ,bisas etc.

    O que ele queria era me humilhar na frente deles.

    Mas antes o seu Francisco disse: “ Ela precisa de um banho primeiro, vamos dar um banho”. Seu Severino mandou eu acompanhar até uma cachoeira que fica a 15 minutos de casa.

    Não queria, entrar, naquela hora a cachoeira era muito gelada, não agüentaria.

    Não teve jeito, me seguraram pelos braços e me puseram lá embaixo. Não consegui praticamente ouvir nada, apenas um pouco da risada dos dois.

    Quando me tiraram eu estava gélida,

    Perguntou seu Severino: “ quer dar para o velho ou mais um banho”

    ‘Quero dar, quero dar!!!!”

    “Cadê o sorriso? Cadê o senhor? Falta de educação”

    Então sorri, e disse “ Quero dar para o senhor”

    Vamos vaquinha.

    Então lá fui eu para a casa novamente.

    Seu Severino mandou eu tirar toda a roupa dele, mas não sem antes pedir benção para cada uma da foto e dizendo seu nome e o que eu era.

    “Benção mãe, sou uma puta, Benção pai, sou uma puta, Benção irmã, sou uma puta” e assim por diante.

    Então comecei a fazer a minha tarefa. Seu Severino mandou eu pedir benção e agradecer o seu Francisco pela oportunidade de ser tratada como puta. Fui lá e fiz isso.

    A vergonha era enorme, eles me conheceram quando eu era criança, e agora estavam descontando toda a frustração em mim.

    Então seu Severino me Chamou e antes de me comer disse: “ chupa e faz tudo melhor do que fez com os moleques lá fora.”

    Mandaram eu esfregar meus seios, bunda e buceta no quatro do meu pai.

    Seu Severino sacou o pau para fora. Era enorme, não imaginava que fosse assim.

    Então comecei a chupar, ia começar pela cabecinha, mas ele me emburro com força e senti o pau batendo bem lá no fundo.

    Ele começou a comer minha boca como se fosse a minha buceta. Eu babava, pois não tinha oportunidade de engolir a saliva.

    Quando finalmente ele tirou o pau, ele começou a bater o cacete no meu rosto.

    E disse: “ Sua mãe adora esse cacete e você?”

    Eu odiava eles falarem da minha mãe, não sabia o que era verdade ou provocação, mas tive que falar “ Estou adorando seu cacete”

    “Fica de quatro vaca e pega a foto da sua irmã”

    Eu peguei, fiquei de quatro, Seu Francisco forçou minha cabeça para baixa, assim eu fique de cara no chão com minha bunda bem empinada. Ele disse: “ Beija e lambe a foto enquanto ele te come.”

    Que humilhante, beijando e lambendo a foto da minha irmã, enquanto um velho olhava e ria e o outro começou a me comer.

    Seu Severino me segurou pela cintura, ele tinha uma mão grande e áspera, ele como se fosse uma lixa. Era muito diferente dos outros caras que eu tinha dado.

    Eu sentia o pau dele batendo no meu útero nunca tinha sentindo uma selvageria e fome assim.

    Ele batia na minha bunda, estava deixando ela toda vermelha e dolorida.

    Depois de 10 minutos sendo socada por dentro ele tirou o pau, puxou meus cabelos e enviou o cacete na minha boca.

    “ Engole tudo sua puta, faz como sua mãe”

    Nunca vi sair tanta porra como a dele. Nunca engoli tanto em minha vida.

    Estava esbudegada, cansada, mas não tinha acabado, eles me levaram para a cozinha e disseram: “ Prepara a janta”.

    “Mas estou cansada”

    “Para você não tinha hora de comer, se lembra”

    Então fui na cozinha peladinha, arrombada cozinhar.

    Preparei o que sabia,e levei para eles.

    Seu Francisco mandou eu ficar de quatro e não me mexer, pois eu seria a mesa dele, ele disse que adorou me ver como mesa nas fotos.

    Seu Severino estava em outra poltrona com o prato no colo. Às vezes ele esticava o dedão do pé e encostava no meu cuzinho.

    Quando fui ver estava me matando para ser a mesa do seu Francisco, pois o Severino começou a enviar o dedão no meu cú.

    Depois que eles comeram, mandaram eu preparar o banho deles, pois iriam sair.

    Preparei, fiquei lavando seu Severino, seu Francisco disse que hoje eu ainda não veria o pau dele.

    Eles estavam arrumados e pensei “ Vou poder dormir” , mas ouvi, você vai no bar com a gente.

    “Mas”

    “Nada de mais”

    “Por favor”

    “Eu quero ouvir, vou sim senhor, outra resposta e vou enviar as fotos agora”

    Então. “ Sim senhor, irei com vocês no bar”

    Eu ia entrar na caminhonete, mas fui empurada e ouvi.

    “Você vai do lado de fora”

    “Por quê?”

    “Quando pedi dinheiro para comprar uma calça nova, seu pai disse para andar pelado, então isso se aplica para você”

    Então fui na parte aberta do caminhão, amarrada, e coberta com uma lona.

    “Segura com os dentes, pois não vou colocar em cima de você de volta.”

    Nossa, como minha boca doía, eu tinha um medo absurdo daquele negócio escapar. Mesmo no meu outro conto quando andei de carro, eu não era exposta para qualquer um da rua.

    Chegamos na parte de trás do bar. Então alguém puxou a lona.

    Lá estava o seu Francisco e Severino e um terceiro homem.

    O homem disse: “È ela?”

    “Sim”

    “Então vamos entrando, hoje o show será especial”

    Descobri que o cara é o dono do bar.

    Ele disse: “ Seu pai veio muito aqui, nunca imaginei que um dia a filha do “ Nome do meu “ seria minha garçonete.

    Então era isso, eu seria a garçonete naquela noite, pensei , que bom, irei ganhar alguma roupa.

    Então me foi entregue apenas uma máscara.

    “Mas o que que é isso.”

    “Você vai trabalhar apenas de máscara”

    “Lembre-se, eles podem lhe tocar, pedir para você sentar no colo e até lhe dar beijos, mas você irá dar apenas com minha autorização”

    “Senhor, não poderia...”

    “Minhas regras, ou sem máscara, e tem muitos amigos do seu pai lá.”

    Então lá estava eu entrando na sala com uma bandeja, com cerveja e copos, nuazinha e escutando os gritos e urros do pessoal do bar.

    Estava usando uma mascara que de vaquinha, ela cobria apenas os meus olhos e parte da cabeça.

    Como o dono do bar disso,: "Sempre sorrindo",

    Então lá estava eu, sorrindo e sempre sentindo uma mão encostando em mim. Não sei quantos tapas levei na bunda, achei várias vezes que acabaria derrubando as bebidas da bandeja.

    Tinha em torno de 20 pessoas no bar, todos homens da roça, com a pele bem morena por trabalhar no sol.

    Quando estava entregando uma bandeja com salgados em uma mesa, um dos homens que estava lá disse.:" Você derrubou alguns salgados no meu colo, limpa vaquinha".

    Fui usar um pano, mas ele segurou minha mão e disse: " Usa sua bunda".

    Eu tinha entendido, então fiquei com a bunda voltada para o moço da mesa e comecei a rebolar e esfregar minha bundinha onde tinha caído os salgados.

    Comecei a sentir o pau daquele homem ficar enorme. Teve uma hora que ele me segurou pela cintura e começou a esfregar o pau, mesmo estando dentro da calça em minha bundinha.

    Apareceu o dono do bar e disse: " Ainda não é o momento, espere o sorteio".

    Sorteio??? o que está para acontecer? Pensei.

    Continuei trabalhando. Muitas vezes o pessoal derrubava os salgados no chão, pois o dono me deu apenas um paninho, o que me obrigava a abaixar e ficar de bunda levantada para eles.

    Teve um deste momentos que um dos homens aproveitou para enviar o dedo na minha bucetinha.

    Gritei: "Hummmmm!!!", que vergonha, tinha gostado daquele dedo na bucetinha.

    Então chegou a hora do sorteio.

    O dono do bar falou dos prêmios, e o melhor ele disse, era eu.

    Um homem de aproximadamente 40 anos gritou, "Ganhei!!!"

    "Muito bem meu senhor, faça o que quiser com ela".

    "Vem putinha, chupa o meu pau enquanto estou bebendo"

    Comecei a chupar o cara na frente de todos enquanto ele bebia, não achei estranho ele não ter vergonha, pois já havia bebido muito.

    Teve uma hora que ele falou "Bebe o leite vaquinha".

    Ele liberou um jato enorme de porra na minha boca, engoli sem deixar cair uma gota.

    Alguns homens pediam para eu abrir a boca, pois duvidavam. diziam:" As mulheres daqui não fazem isso, olha coisa boa , aposto que é do sul".

    Quando o bar estava fechando eu ficava na porta sorrindo e agradecendo a presença de todos.

    Quando voltei o seu Francisco estava conversando com o dono do bar e ouvi.: " Francisco, os serviços da menina pagaram sua dívida"

    Eu fui perguntar o que estava acontecendo e o dono do bar me explicou que o meu serviços foram para quitar a dívida do seu Francisco no bar. O salário que meu pai pagava não estava dando para ele quitar todas as dívidas, então eu fui usada como moeda de troca.

    Me senti como uma prostituta.

    O dono do bar me segurou pelo braço e disse. Vem comigo. Fui até o fundo do bar com ele onde havia uma cama bem velha e suja e ele disse: "Agora é minha vez."

    Sabia que não tinha jeito. estava cansada, mas precisava fazer tudo o que mandar.

    Fui tirando a roupa do dono do bar, com muito cuidado, pois não queria ter problemas.

    Ele mandou eu tirar a mascara, pois queria ver o rosto da filha do maior crápula que passou naquelas bandas chupando o pau dele.

    Tirei a mascara e comecei a massagear o pau. Não era grande muito grande, mas estava muito duro. Comecei a chupar a cabecinha, mordia, beijava, lambia. as vezes esfregava nos meus seios, depois comecei a chupar o seu saco peludo enquanto batia uma punheta para ele.

    Teve uma hora que ele me pegou com força pelos cabelos e olhou meu rosto.

    disse: " Você é linda como a sua mãe, você chupa como ele"

    Fiquei irada por ele falar da minha mãe, mas quando fui retrucar, ele me deu um tapa e disse: " Falo o que quiser da sua maldita família, você não é mais puta que sua mãe, você é apenas uma vaquinha da cidade, agora empina a bunda que vou lhe comer, e tudo que eu mandar dizer, será o que você dirá".

    Para não levar mais nenhum tapa fiz tudo o que mandou.

    Empinei minha bundinha e senti aquele pau quente e dura entrar nela. Enquanto ele me comia devagarzinho, ele enfiava o dedo no meu cuzinho massageando.

    Depois de dois minutos foi o meu cú que ele queria comer. Ele tinha um frasco de manteiga de garrafa e usou como lubrificante.

    Achei que seria carinhoso como foi na minha bucetinha, mas me enganei.

    Ele me comeu o cú com uma violência que nunca vi antes, só não sofri porque meu cú já é bem larguinho.

    Enquanto ele me comia ele disse: " Sabia que seu pai conheceu sua mãe aqui?, aquele corno gostou da minha antiga funcionária, ela fazia o serviço que você fez hoje e muito mais"

    "Diz para mim que tu é uma puta como sua mãe"

    "Eu...Eu... sou uma puta...como minha... mãe"

    Era muito humilhante ouvir isso, disse que era mentira. então ele disse: " E a pinta que ela tem perto da virilha, aquela que lembra meio coração?"

    Calei a boca na hora....isso foi pior que a bofetada.

    Minha família tinha uma história muito mais suja do que imaginava, mas nunca imaginei minha mãe no meio dela.

    Depois de algum tempo o dono do bar começou a urrar e gozou no meu cuzinho.

    Senti aquela porra quente me preenchendo, o dono do bar não tirou o pau na hora.

    Ele caiu em cima das minhas costas e deixou o pau amolecer e sair sozinho.

    Então ele disse: " Eu amava sua mãe, o desgraçado do seu pai me tirou ela"

    Depois disso ele me mandou sair do bar.

    Estava tão cansada e confusa que não me importei de sair pelada de lá.

    Lá fora estava o seu Francisco me esperando.

    Ele me levou desta vez dentro do carro, parecia mais amistoso.

    Ele disse: "Sinto minha menina, as vezes os filhos tem que pagar pelos pecados dos pais"

    Eu perguntei sobre a minha mãe, se era verdade e ele disse: No seu ultimo dia eu conto a história.

    Voltamos para a chácara. Lá fui mandada para o curral, seria lá que eu iria dormir.

    Não protestei, queria apenas descansar.

    Desmaiei. Fiquei sonhando com picas, bares, dando no campinho dos muleques que me seguiram. Quando acordei com um balde de água fria do seu Sebastião.

    "Por quê?"

    "Porque você adorava fazer isso com os bichinhos"

    Então levantei e acompanhei o seu Severino.

    Ele me levou até a casa do seu Francisco.

    Chegando lá vi aquela mesa farta, e pensei que eu iria comer, mas não ainda.

    Tinha que fazer o ultimo serviço para o seu Francisco.

    Seu Francisco ainda não tinha descarregado sua energia de homem em mim.

    Então ele tirou sua roupa e mandou eu vir de quatro até ele. Ele estava sentando na mesa da cozinha.

    Comecei a chupar o pau dele, com muita força, não sei direito o motivo, mas estava querendo sentir a porra dele, talvez seja a fome ou a confusão que passei, pois o que tinha passado no conto anterior não tinha sido tão forte.

    Depois de chupar muito aquele cacete o seu Francisco falou: " Quer que eu lhe coma?" Eu disse: " Sim".

    Acho que a forma carinhosa que ele estava me tratando estava me controlando. Fui tão maltratada, que a mudança da forma de ser tratada por ele estava afetando meu psicológico.

    Sentei no colo dele e comecei a calvagar bem gostoso. Ele chupava os meus peitos com muito carrinho, e depois com uma gula formidável. Quando fui ver, estava beijando a boca daquele homem. Ele tinha me mostrado algo que havia no meu "Eu" que não sabia, algo que estava realmente mudando minha forma de pensar e sentir o sexo. Não seria mais normal a partir de hoje.

    Eu precisava ser de todos.

    Depois de um tempo o seu Francisco gozou. Ele tinha tirado o pau e gozado na minha bundinha.

    Comi o café da manhã junto deles e depois tomei um banho de chuveiro.

    Nos outros dias eu estava diferente. Adorava dizer bom dia e me oferecer para ajudar nas tarefas.

    Como tinha perdido meu orgulho, estava me tornando uma pessoa melhor.

    Aprendi a amar a situação, amar ver as pessoas felizes.

    Fiz amor com aqueles homens durante minha estadia toda.

    Descobri que adorava me exibir, por isso muitas vezes eu passava perto daquele campinho montada a cavalo para os meninos me verem.

    Cheguei até a bater um papo com eles (isso é história para outro conto).

    Sei que voltei uma pessoa melhor, aumentei meu número de amigos, pois como sempre andava de nariz empinado não via as pessoas maravilhosas ao meu lado.

    Estava pensando em terminar com meu namorado, pois reparei que para o sexo, eu preciso no mínimo de mais alguém me olhando e tocando.

    Preciso de locais perigosos, pessoas desconhecidas.

    Então hoje eu sou assim, uma mulher que não em mais neuras em busca do prazer.

    Bjs meus lindos.

    Caso queiram conversar comigo, chamem no twitter Nat17sub

    • Gostosa: Eles chupavam seus peitinhos quando estava servindo mo bar?

       • uid:16kxgg8n7v3l
    • Valter Santos: Tinha tudo pra ser um bom conto,mas ficou uma porcaria 😀

       • uid:on97uyfv9j
    • Jp: Parece novela... que bosta

       • uid:4adfu7wpxij
    • James D. Morrison: Viu... para que ja tá ficando chato...

       • uid:muiwleyv4

      Estava decidida a viajar para algum lugar isolado perto da natureza, longe da muvuca da cidade e do ultimo ano da escola, oriental magrinha, bumbum e seios pequenos, pele bem clarinha . Estava muito chateada na época, pois tinha brigado e terminado o namoro com o meu namorado, foi quando fui conversar com minha amiga.Carla.

      Carla me disse que existe uma ilha no nordeste perfeita para ficar uns dias no sossego.

      O acesso é possível apenas por barco e lá existe apenas uma casinha onde antes ficavam alguns homens da marinha brasileira . Ela disse que já fazia uns 30 anos que a marinha deixou de administrar a ilha, e por isso seria perfeito o lugar para descanso.

      Perguntei como a gente poderia se virar lá sem banheiro, e ela disse. Que apesar da casinha da marinha ter sido abandonada há muito tempo, a cada duas semanas um dos funcionários do pai de Carla visitava a ilha e fazia uma manutenção básica, o que tornava o local habitável, ou seja, eu teria um banheiro e caso ficasse casada de acampar com a barraca, teria a casinha como refúgio.

      Aceitei a idéia da Carla, ficaria com tempo de sobrar para colocar a cabeça no lugar, iríamos junto com o funcionário do Pai dela e ficaríamos duas semanas lá.

      Pegamos o avião em Guarulhos, a viagem levou menos de três horas.

      Chegando no aeroporto, fomos recebidas pelo senhor Jerônimo, ele era o funcionário responsável pela manutenção da casinha da ilha.

      Ele nos ajudou a preparar as malas, alimentos, repelentes e tudo o que fosse necessário para o nosso tempo na ilha.

      Ele disse que partiria amanhã cedo para a ilha, por isso teríamos tempo para curtir um pouco da "vida moderna", antes de mergulhar na natureza.

      Estava excitada com a idéia dessa aventura.

      A Carla disse: Claudinha, vamos adorar esse período, vai parecer a nossos acampamentos no quintal.

      Ri muito, sabia que não seria assim, seria uma grande aventurar, com muita emoção (não imaginava o que acabaria ocorrendo lá, e bota emoção).

      Acordamos muito cedinho, não eram nem 6 horas da manhã e fomos pegar o barco junto com seu Jerônimo. A viagem levou em volta de 1 hora e meia, e quando chegamos fiquei maravilhada. Aquela praia, areia limpinha e a água perfeita do mar.

      Descemos e fomos com o Jerônimo conhecer o lugar e a casa que ele cuidava.

      Vi muita coisa linda no caminho, flores, pássaros, macacos, arvores enormes, lagos maravilhosos e tinha até uma pequena cachoeira.

      Chegamos no local, um prédio velho, que parecia um pequeno armazém.

      Dentro tinha uma área até que grande e um banheiro que era para os militares da época.

      Um banheiro tipo de academia, com várias duchas. Perguntei da água.

      Seu Jerônimo disse que algumas vezes ele vem com um barco tanque que enche essa caixa, existe uma tubulação que vai até uma região da ilha que tem um pequeno porto. Lá ele conecta e língua uma bomba de pressão.

      No local existiam algumas camas, todas cobertas para não ficarem cheias de poeira.

      Achei estranho a limpeza, mas seu Jerônimo disse que dona Sandra pediu para que fosse feita uma limpeza antes, por isso ele e duas faxineiras tinha vindo visitar a ilha há dois dias.

      Terminando de conhecer o lugar o seu Jerônimo descarregou nossas coisas e seguiu seu rumo.

      Ele iria voltar no prazo marcado pra nós buscar.

      Quando o barco começou a sumir do mapa falei para Sandra: Vamos nadar, estou louca para curtir aquele laguinho.

      Chegamos lá. Comecei a tirar toda a minha roupa e Carla disse: Vai tomar banho peladinha Japa?

      Respondi que sim, afinal só tínhamos nós duas na ilha.

      Carla ficou meio sem jeito e disse: Vamos, não tem porque ter vergonha, vamos deixar as nossas roupas junto a casa e depois pegamos tudo.

      Então ela começou a tirar sua roupa, meio sem jeito.

      Carla é uma moça morena de cabelos lisos, corpo muito bonito. A mistura alemã com a cor negra fez dela uma mulher muito bonita e exótica. Carla se não me engano tinha 19 anos na época da nossa aventura.

      Andamos cinco minutos e chegamos no laguinho. A água estava uma delícia, pois o dia estava muito quente.

      Adorei aquele momento, foi delicioso aquele sossego, mas já tinha passado pelos menos 2 horas e Carla disse que iria voltar porque queria descansar um pouco. Eu quis ficar e curtir mais.

      Fiquei mais meio hora, até que ouvi um barulho estranho perto do lago, como achei que era a Carla, fui me esconder numa pequena fenda perto do lago para assustá-la.

      Mas enquanto esperava, escutei vozes, eram dois homens que estavam vindo para o lago.

      Olhei pela fenda e vi que deveriam ser pessoas da região. Pele morena, short e camisa sem manga com botões e usavam chapéus de palha.

      Começaram a limpar os peixes que tinham pescado e também bebiam pinga.

      Estava preocupada se não acabariam me vendo, eu estava totalmente nua e não sei se esses homens estavam acostumados com uma japonesa peladinha na região.

      Também comecei a pensar na Carla, e se alguém a tivesse visto?

      Esperei o caros pelo menos um quarenta minutos, até de bêbados, eles adormeceram.

      Tive que sair com cuidado, para não acorda-los e ser vista.

      Estava começando a escurecer, e isso me preocupava, precisava encontrar o caminho.

      Quando comecei a andar, escutei outras vozes...me escondi atrás de uma arvore.

      Reparei que eram mais três homens como os dois no lago e duas mulheres com eles.

      Os homens do lago e os outros três deveriam ter a idade entre 20 a 50 anos. As duas mulheres deveriam ter por volta de 50 até 60 anos.

      Esperei eles passarem.

      Comecei a correr depôs e me dei conta de que estava perdida. Como tive que me esconder e mudar o caminho por causa deles, havia me perdido.

      Fiquei andando e me escondendo para não ser vista, mas já estava começando a ficar cansada. Não comia a horas e estava quase desmaiando de fome.

      Até que vi o acampamento dos pescadores.

      Ninguém estava lá. Vi que tinha uma toalha de mesa e alguns pães e um pedaço de bolo de fubá. Não sou de roubar, mas a situação estava delicada, não podia esperar alguém chegar e me ver nua para pedir as coisas.

      Fui com calma, atrás das árvores, até chegar ao acampamento.

      Chegando lá rapidamente peguei um pão e a toalha, mas quando achei que não teria problema, alguém me segurou no pé.

      Tinha um moleque que estava dormindo debaixo da mesa e segurou meu pé e começou a gritar.: Ladrão, ladrão.

      Tentei me soltar, mas escorreguei. Quando levantei e tentei correr, lá estavam os três pescadores me encarando, tentei correr, mas fui segurada nós braços e pelas pernas.

      Fui erguida como se fosse um saco de farinha e levada de volta para o acampamento.

      Chegando lá fui amarrada pelos braços e erguida num ganho de arvore.

      Lá estava eu nua. Amarrada com as mão voltadas para cima.

      Eles ficaram olhando e dizendo. Quem é você ladra?

      Falei que não era ladra e explique toda a história para eles.

      As mulheres chegaram e não acreditaram, uma delas começou apertar meus mamilos para que eu dissesse a verdade.

      Jurei que não estava mentindo e que iria pagar o pão.

      Até que um dos caras falou.

      Acho que o pão vale um favor.

      Falei que faria.

      O Lucas que você acordou é virgem, precisa mudar isso.

      Falei que não, nunca tinha transando com alguém como ele.

      Então o cara disse, beleza, alguém me pegar meu chinelo.

      O Cara mandou as duas mulheres segurarem minhas pernas.

      Eu pedi por favor não me bata, por favorrrrrr.

      A primeira chinelada me fez ver estrelas.

      A Por favor eu jurooooo.

      A segunda, foi pior ainda.

      Meus gritos só perdiam para as risadas do resto do grupo.

      Até que falei. Farei. Farei. Por favor. Pare.

      Então eles parou.

      Ele me soltou de uma vez. Cai e engoli um pouco de terra e areia.

      Um dos caras que estava bêbado me pegou pelos cabelos e me levou para o Lucas.

      Escutei, Chupa.

      Obedeci. O pau do rapaz não era grande, mas obedeci.

      Não tinha como não obedecer, estava sem ajuda, mesmo que Carla viesse, o que faria?

      Enquanto chupava, recebia ordens. Lambe o saco, chupa a cabeça. Beija-o.

      Uma das mulheres disse: Não passa de uma rapariga.

      Depois me mandaram deitar e abrir bem as pernas.

      Então veio o rapaz sem jeito em cima de mim.

      O grupo estava adorando a situação, acho que nunca tinham presenciado um programa desse tipo.

      Ele começou a me comer devagarzinho, acho que estava realmente perdido.

      Não durou muito, 2 minutos depois ele disse que sentia algo.

      Um dos caras mandou ele tirar e apontar para o meu rosto.

      Lá estava o primeiro orgasmos do mocinho.

      Senti aquele lentinho quente no meu rosto.

      Então uma das mulheres me puxou e levou até uma bica e mandou eu me lavar.

      Perguntei se podia usar alguma roupa, toalha e ela disse:

      Você veio com nada e volta com nada. Japonesa são todas vadias.

      Fui então amarrada e posta de joelhos.

      Falei. Fiz o que me pediu, por favor, me solte.

      O cara disse: Ninguém aqui comeu antes uma japonesa, ou mulher branquinha como você.

      Você vai servir todo mundo.

      Falei que não, precisava voltar para minha amiga...

      Arrependi-me por aquelas palavras.

      Vi o sorriso, e o cara disse onde.

      Por favor...

      Blaft. Recebi um tapa como nunca antes tinha recebido.

      Então acabei falando onde ela deveria estar.

      Eles conheciam o lugar, era fácil para eles encontrarem o local.

      Tive as mãos amarradas nas costas e uma corda no pescoço, onde fui puxada por todo o caminho.

      Chegamos no lugar e o cara me empurrou para dentro da casa.

      A Carla que estava dormindo acordou assustada.

      O que está acontecendo Claudia??? Quem são eles?

      Ela não teve tempo de reação, logo foi segurada e jogada no chão

      Carla chorava muito, estava apavorada. Ela nunca tinha passado por uma situação dessa.

      Um dos caras falou para ela. Você agora é nossa empregadinha, vai cozinhar para gente agora.

      Carla foi para a cozinha, mas tinha pedido para primeiro que me dessem uma roupa.

      Um dos cara falou. Só se for a sua, se não quiser ficar no lugar da ladra, vá para a cozinha.

      Carla foi chorando, não teve coragem de dizer mais nem um palavra.

      10 Minutos depois ela voltou com alguns lanches.

      Todos comeram, depois de alguns minutos as duas mulheres, o ex-virgem foram embora.

      Ficaram apenas os 5 caras nos olhando.

      Um deles para brincar comigo, amarrou de joelho e prendeu meus pés com cordas em dois buracos, para piorar o situação além de estar com os braços amarrados, meus cabelos foram amarradas em um corda e esta corda foi amarrada junto aos meus calcanhares, o que me fazia ficar com a cabeça voltada pra trás quase que olhando o teto.

      Os outros caras adoraram me ver assim, ficou numa posição muito incomoda e humilhante para eles.

      Carla ficou muito penalizada, senti em seu olhar.

      Ela pediu para me soltar.

      Ok, disse um deles.

      Mas vou soltar para que nós possamos brincar, e você irá assistir tudo.

      Carla fez uma expressão de horror, e foi tentar voltar para a cozinha, mas um dos caras a segurou e mandou sentar na cadeira.

      Carla sentou e ficou quieta, sabia que não tinha o que fazer, senão aceitar ver o que aconteceria comigo.

      Um dos caras me soltou, cai como se fosse um saco no chão. Minhas calcanhares e pulsos estavam vermelhos porque foram amarrados muitos forte. Meus braços e pernas estavam adormecido, senti aquela sensação ruim do sangue voltado para os membros.

      Levei um tempo para poder me mover.

      Quando consegui me mover lá estava os cinco homens me olhando, um estava no lado da Carla, para ter certeza que ela não poderia sair. Os outros 4 estavam de pé me esperando e mandaram eu vir de quatro rebolando para a amigar ver o que é uma puta ladra.

      Comecei a andar de quatro devagarzinho, fui rebolando na direção deles.

      Quando cheguei perto, me mandaram dar voltas de quatro rebolando.

      Era uma visão muito humilhante, ele adoravam me ver de quatro andando como uma cadelinha e começaram a elogiar o meu rabinho e bocetinha pra Carla.

      Mandaram em ficar de quatro na frente dela e arregaça para mostrar o que seria comigo logo.

      Me senti muito mal, não conseguia imaginar situação pior para nós duas.

      Lá estava eu me exibindo para minha amiga e 5 pescadores.

      Fiquei assim até que me mandaram baixar a calça do cara que estava do lado da Carla.

      Fiz o que mandaram.

      Saiu aquele pau roxo de duro para fora da calça.

      Olhou para o dono do pau que sorriu e disse.: Chupa e mostra para sua amiga o que sabe fazer, tem que ser bem gostoso, senão eu desconto nela

      Então comecei o show.

      Massageei o pau enquanto chupava aquele saco peludo. Puxava com meus lábios até deixar o saco todo babado.

      Depois comecei a chupar a cabeça do pau. Deixei entrar apenas a cabecinha e brincava com minha língua nela dentro da boca.

      Depois de um tempo comecei a engolir o pau todinho até sentir o saco bater nos meus lábios.

      O cara que eu estava chupando mandou eu olhar para a Carla enquanto o chupava.

      Eu via as lágrimas e a cara de espanta no rosto dela.

      Não sei se era dó por mim, ou medo do que poderia acontecer com ela.

      O cara falou para eu tirar o pau da boca, ficar beijando a cabeça e agradecer por poder ter um homem de verdade para foder. Ele foi claro que queria que eu sorrisse para a Carla enquanto dizia isso.

      Eu tentei esboçar um sorriso enquanto dizia o que me foi dito, mas saiu muito falso.

      O resultado foi que o cara começou a puxar o meu cabelo com uma força que vi estrelas.

      Depois ele me jogou com uma força no chão, o que fez machucar meus cotovelos na quedar.

      Eu vi que não tinha jeito. Era fazer o meu melhor, senão eu e provavelmente a Carla sairíamos muito machucadas.

      Comecei a sorrir como nunca sorri. Parecia sorriso de criança.

      Agradecia, beijava o cacete, chupa tudo.

      O cara ficou louco. O pau conseguiu ficar muito mais duro.

      Chupei, chupei até que ele explodiu na minha boca.

      Ele falei não guspa e não engula ainda.

      Ele mandou eu abrir a boca e mostrar o que tinha dentro para a Carla.

      Carla olhava e começou a tossir. Acredito que queria vomitar.

      Então o cara disse engole agora.

      Engoli todinho.

      Abre a boca e mostra.

      Abri. Carla estava soluçando. Tudo que ela não gostaria de ver, estava acontecendo na frente dela e com a melhor amiga dela.

      Depois foi a vez dos outros.

      Tive que sentar em cima da pica de um dos caras que estava deitado no chão.

      Acelerei o movimento com a esperança de que ele gozasse rápido, mas senti uma par de mãos abrindo minha bunda.

      Quando olhei para trás um dos caras estava jogando minha maionese no pau e se preparando para comer meu rabo.

      Ele colocou com tudo. Senti aquela vara entrar como uma paulada, só não doeu mais porque ele tinha usado a maionese.

      Não deu tempo para gritar muito, pois o terceiro mandou chupar.

      Eu estava toda preenchida de picas, só faltava comerem minhas orelha e narinas.

      Senti os braços deles me apertando e forçando suas picas com força.

      Nunca vi desejo tão grande como daqueles homens.

      O primeiro que gozou foi o que estava comendo minha bocetinha.

      Ele urrava como se o pau estivesse sendo mordido.

      Senti aquele liquido quente preenchendo tudo e quando o pau escapou começou a escorrer.

      O cara quase desfaleceu.

      O Segundo foi o que estava comendo meu cú. Teve uma hora que a velocidade aumento muito. Senti meu cú começar a arder...até que ele também começou a gozar.

      Ele tremia enquanto completava meu cuzinho com sua porra. Quando ele tirou o pau disse: Cuzinho gostoso, muito bom. Pena que dá para ver que não fui o primeiro.

      Os dois saíram e continuei chupando. O cara quando estava para gozar tirou o pau e encheu meu rosto de porra.

      O ultimo que não gozou veio com calma, mas quando chegou perto pegou meus cabelos com força e me fez ir de quatro na frente de Carla.

      Mandaram ela me olhar.

      Lá estava eu, fodida, com porra em toda parte. Cheia de marcas pelos tapas na bunda e caminhada nua no mato.

      O ultimo mandou Carla detalha o que viu.

      Ela chorava e não conseguia dizer, até que eu levei um belo tapa na bunda.

      O pescador disse. Ou fala, ou ela leva.

      Ela começou a relatar tudo. Chorava muito.

      Quando terminava o cara dizia: Fale sem chorar e sorria quando conta.

      Ficamos muito tempo nisso.

      Até que finalmente cansada de tanto chorar e vendo que minha bunda estava vermelha com um pimentão de tanto levar tapa...Carla começou a relatar e sorrir.

      Eu via a situação e comecei a achar que isso faria não apenas eu, mas Carla enlouquecer.

      Terminada a história, aí veio o toque final.

      O ultimo cara que não gozou mandou eu chupar Carla.

      Carla tentou sair da cadeira, mas foi segurada por dois.

      Carla foi amarrada na cadeira. Ela se debatia, mas levou um tapa que fez ela se calar e chorar baixinho.

      Então mandaram eu abaixar o short e calcinha dela.

      Eu estava tremendo...nunca tinha feito nada com outra mulher.

      Carla eu via não só como uma amiga, mais uma irmão.

      Mas não teve jeito. Lá estava eu tirando as roupas e deixando a bocetinha dela a mostra.

      Então comecei a chupar.

      Era muito difícil, nunca tinha feito isso... era tão estranho.

      Sentia o gosto saldado da bocetinha da Carla, ela tentou se mexer, mas amarraram as pernas dela também.

      Continuei chupando e lambendo aquela bocetinha .

      Vi que o ultimo cara batia uma punheta enquanto olhava.

      Teve uma hora que reparei que Carla estava se contorcendo e ficando vermelha.

      Sim, ela começo a sentir o prazer de uma mulher que conhece bem os locais de estimulo.

      Senti que Carla começou a gozar.

      Ela tremia devagarzinho, seu rosto ficou com um tom rosa e seus olhos olhavam para lugar nenhum.

      Nisso o ultimo cara começou a gozar e mirar no rosto de Carla.

      Isso foi o primeiro dia.

      Fomos obrigadas a ficar uma semana nua servindo aos pescadores e outros amigos deles que apareceram.

      Enquanto não nos comiam, tínhamos que fazer as tarefas de limpar os peixes, almoço, janta.

      Fomos escravizadas nesse tempo.

      Nesse tempo eu sai apenas uma três vezes para ir na vila dos pescador fazer as tarefas na casa dele.

      Tive que acostumar a entrar nua naquela vilinha na frente de todos.

      Ninguém questionava.

      Não podia fazer nada, pois tinha medo do que aconteceria com a Carla.

      Depois que foram embora.

      Carla e eu ficamos esperando o dia para voltarmos para casa.

      Não contamos nada, Carla não queria saber de ninguém sabendo do que tinha passado.

      Espero que tenham gostado.

      Entrem no meu perfil e vejam meus outros dois contos.

      Caso queiram conversar comigo, chamem no Twitter @Nat17subs


      • Leandro escravo: Esse conto é da Claudia Japonesa.

         • uid:g3ipwkdrq
      • Escritor mistério: Lindo.

         • uid:5vaq00tf

    • Me perdendo e sendo humilhada em São Thomé das Letras – MG

      Segue no twitter @nat17subs

      Eu estava fazendo a minha primeira viagem sem meus pais. Estava indo com três amigos conhecer São Thomé das Letras. Lugar mágico e pura natureza.

      Ficamos hospedadas perto da Praça Getulio Vargas.

      No primeiro dia visitamos a Pirâmide, um lugar maravilhoso, forte magnetismo e um lugar para ver o por e nascer do sol. Visitamos a pedra da Bruxa (lindo, mas tinha um cheiro...).

      Utilizamos carona, incrível, pois em São Paulo quem iria parar para dar carona.

      Também visitamos a cachoeira do Flávio. Água geladinha e acesso muito fácil.

      Depois pegamos uma carona e fomos para o restaurante do Valtinho, onde troquei de roupa e comi muito bem.

      No período da tarde, minhas amigas estavam cansadas, e pegaram carona no carro de um casal, pedi para levar minha roupa de banho para estender.

      Eu queria continuar no lugar, estava numa conversa com um rapaz loiro de 27 anos, gatinho que disse morar numa cidade próxima. Ele iria me dar uma carona mais tarde.

      Quando saimos, ele me mostrou sua picape, era uma Hylux da Toyota, vermelha como o sangue.

      Sentei no banco do passageiro e fiquei impressionada com o veiculo, muito 100.

      No caminho ele falou que precisava pegar alguns pertences dele que estavam em uma pousada administrada no momento pelo amigo dele.

      Entramos em uma estrada toda rachada, se não fosse o sinto, teria dado algumas cabeçadas no vidro, pois o caminho era terrível.

      Chegamos no lugar, tinha uma porteira de madeira, após 3 minutos avistamos uma casa média e duas pequenas, lá tinha alguns cachorros e o som de cachoeira por perto.

      Ele me falou que uma família era dona do lugar, mas que estavam viajando e por este motivo, eles contrataram o amigo dele como caseiro para tomar conta de lá.

      Chegando no chalé, vi que tinha um outro rapaz, um moreno alto, 1,80 em muito boa forma. Estava apenas de short, tomando cerveja e fumando.

      O loiro falou que era o amigo dele de faculdade, que estavam aproveitando para curtir o lugar apenas para eles, coisa rara em São Thomé.

      Começamos a conversar e depois de um tempo o moreno me ofereceu um cigarro. Senti que o cheiro era de maconha, mas como ainda eu me achava dona de mim e de quaisquer situações, aceita fumar um.

      Fumando e tomando cerveja. Sei que comecei a esquecer do tempo, e a rir muito. Fiquei muito desinibida e meio boba.

      Sei que senti algumas vezes uma mal ou perna roçando em minha cocha, mas não ligava. Dizia olha. E ria.

      O loiro disse que eu era uma japinha muito linda, que tinha uma pele muito bonita.

      O Moreno brincou dizendo que adoraria me ver nadando em uma cachoeira. Tinha uma a uns 20 minutos dali, entrando em uma trilha do lugar.

      Ele disse que como não estava aberto para mais ninguém, seria a cachoeira só nossa.

      Falei que adoraria, e disse vamos.

      O loiro falou, você tem roupa de banho? Suas amigas levaram. Você vai nadar de blusinha e shortinho?

      Falei que não, vou deixar tudo aqui.

      Então, com o efeito do cigarro e bebida, comecei a tirar toda a roupa que tinha na frente daqueles dois.

      Fiz como se estivesse me trocando na frente das minhas colegas, algo muito natural.

      Comecei a tirar a minha blusa, era uma regatinha branca, depois meu shortinho, azul claro.

      Então ouvi, que pele delícia, vai tirar tudo?

      Vou, sim.

      Precisei da ajuda do loiro para tirar o sutiã.

      Eles me encaravam e não acreditavam no que viam.

      Então fui tirar a minha calcinha, e joguei em cima de uma geladeira no fundo do local.

      Então eu disse, vamos, quero conhecer a cachoeira.

      Sai pela porta peladinha e os dois não acreditaram.

      Foi então que um disse: Japa, para você não está vendo nosso amigo caseiro e seu filho na outra casa.

      Então eu vi. Era um homem por volta de 50 anos acompanhado por um menino com pelo menos 12 anos.

      Como disse estava sem noção nenhuma, vendo eles, me aproximei, e fui cumprimentar o caseiro e seu filho.

      Imagine uma japonesa nua, esticando a mão e se apresentando. Falando que veio com as amigas e que iria agora nadar com os amigos dele.

      Os caras começaram a rir, a visão para eles era hilária.

      O caseiro aproveitou a situação e ofereceu um copo de refri para mim.

      O filho dele estava com o rosto roxo, acho que nunca tinha visto uma mulher nua ao vivo.

      Sentei no sofá da sala, onde o caseiro se apresentou como Roberto. Ele ria e curtia muito me ver nua. Apresentou o filho, Carlinhos.

      Teve um momento que ele colocou um cd e pediu para eu dançar.

      Quando fui começar ele disse. Não, dance em cima da mesa, queremos apreciar.

      Subi na mesa, esquecendo meu medo de altura e a situação que estava.

      Então Subi, comecei a dançar, rebolar. Não cai, pois quando parecia que iria cair, ou realmente caia, tinha algum maço para me segurar.

      Era o delírio deles, pois se empinava muito a bunda e ia para traz, uma mão empurrava, ou simplesmente ficava segurando. Se era para frente, sentia uma ou duas mãos nos meus seios. E eu agradecendo por me segurarem.

      Na hora que terminei o show. O seu Roberto me contou a história do filho dele que sempre quis ter um cachorro seu, e que estava muito triste pois todos os cachorros que viviam ali já tinham dono, perguntou se eu poderia ajudar o filho dele a ter uma cachorrinha por um tempo.

      Eu sorri tombando, praticamente ando pulinhos com uma perna só na direção do menino e disse: Au au.

      Todos, menos riram. Seu Roberto apareceu com uma coleira e corrente e mandou o filho colocar em mim.

      Fiquei de quatro e o menino pós a coleira em mim.

      O pai dele disse: Então, apresenta sua cadelinha para gente.

      Ele começou a me levar parar cada um dos três homens que estavam ali.

      Eles faziam carinho, especialmente no meu rabinho.

      Teve um momento que seu Roberto pegou a corrente e fez com que eu ficasse de joelhos não posição de cachorra pidona.

      Lá estava eu, latindo de joelhos e tentando pegar alguns restos de comida com a boca que eles jogavam.

      Teve uma hora que seu Roberto me levou para tomar água e comer a comida dos cachorros de verdade do local.

      Eu em nenhum momento disse não.

      Era uma cena humilhante, estava comendo comida de cachorra, com a minha bundinha empinada. Não ligava, estando toda louca, não reparava no ridículo da situação.

      Foi então que um dos rapazes, não lembro se foi o loiro ou o moreno, que espalhou o jornal no chão.

      Seu Roberto entendeu, e mandou Carlinhos me levar no jornal para fazer xixi.

      Só de lembrar, me dá tremedeira.

      Eu comecei a urinar como uma cadela na frente daqueles 4.

      Eles riam e eu sorrindo e latindo.

      Depois daquilo, ele disse: Vamos levar a cachorrinha para conhecer a cachoeira.

      Nessa hora fui autorizada a andar de pé.

      Fomos entrando no meio da mata, em um caminho muito estreito.

      Eu caminhava na frente, com os três me seguindo.

      As vezes ouvia, vai andando e rebolando.

      E eu andava e rebolava.

      Chegamos no lugar, Era uma cachoeira pequena, mas muito convidativa. Estava vazia, apenas nós 5 lá.

      A cachoeira era rasa, muito fria, mas entrei como se estivesse em um ofurô quentinho.

      Eu dava risada, jogava água e escorregava nas pedras.

      Então o loiro sacou um sabonete e falou que era hora do banho.

      Fui ensaboada, lavada pelos 4. Todas aquelas mãos em meu corpo.

      Teve um momento que seu Roberto mandou todo mundo se afastar.

      Então olhou para mim e mandou eu colocar minha cara na areia e empinar minha bundinha.

      Pediu para eu arregaçar minha bucetinha.

      Escutei. Que bucetinha gostosa, hummm.

      Aposto que é quentinha.

      Você já deu essa bucetinha japinha putinha.

      Eu falei que já tinha dado antes, os nomes, e como foi.

      Eu falava de uma forma incrivelmente natural.

      Que eu gostava de chupar, morder e engolir o pau.

      Que o primeiro pau que chupei foi do meu primo durantes as férias (eu tinha 15 anos) e a primeira vez que engoli porra, foi do irmão da minha amiga Erika, em uma noite que pousei lá.

      Perguntaram por que eu vim com o loiro.

      Disse que vim para beijar muito ele.

      E você iria dar para ele se ele pedisse:

      Eu comecei a sentir um calor no meio das pernas e disse:

      Se eu estivesse ainda no chalé bebendado, já estaria dando para eles e o amigo.

      ‘ Então seu Roberto disse:

      Lava meu filho com o sabonete, que quem sabe você vai poder dar para alguns de nós.

      Então comecei a tirar a roupa do Carlinhos, e comecei a gemer, tipo de forma de choro, pois acreditava que se não limpasse bem, não seria comida (totalmente fora de realidade).

      Então comecei a lavar o menino. Ensaboei o corpo inteiro dele. Ele tremia, pois ele não estava doido como eu estava doida para não sentir o frio.

      Sei que o calor entre minhas pernas aumentava enquanto eu lavava ele e os três riam e falavam do lugar onde esqueci de limpar.

      Até que comecei a lavar o saco e o pênis dele. Conforme eu esfregava, ele começou a crescer. Então eu vi aquele pau jovem, provavelmente virgem durinho na direção do meu rosto.

      Não agüentei, engoli ele inteirinho na minha boca.

      O menino começou a chorar. Os outros três riam e o pai falava. Se der um passo para trás apanha.

      Não deu 2 minutos e senti algo quente entrando na minha boca. Era a primeira gozada bem feita da tarde.

      O menino saiu, se vestiu e sentou em um canto tremendo.

      Então vieram os três. O Primeiro foi o loiro, ele colocou aquele mastro inteirinho na minha boca. Eu sugava com uma força que parecia que iria engolir o pau e sufocar com o saco.

      Atrás de mim, seu Roberto começou a brincar com os dedos na minha bucetinha.

      ‘ Eu geminha enquanto sentia os dedos daquele cara, ele tinha a idade do meu pai. Eu meu sentiria péssima na hora se estivesse no meu normal, mas como não estiva, chorava baixinho e rebolava. As vezes tinha espasmos de prazer.

      Os espasmos chegaram a assustar eles, acharam que eu estava tendo algum ataque. Depois que viram que era de prazer, ficaram mais loucos.

      Depois houve uma troca, comecei a chupar o pau do moreno. Era incrivelmente grosso e duro. As vezes ele tirava e batia no meu rosto. As vezes ele levantava, para ver eu engatinha atrás dele.

      Ele parou a brincadeira quando o loiro começou a comer minha bucetinha. Eu berrava de prazer com aquele pau. Só parei de berrar quando o moreno colocou o pau dele novamente na minha boca.

      Nunca tinha imagina um dia fazer aquela cena. Sendo comida e chupando. Sendo vista por um pai e filho.

      Para minha honra de oriental, isso seria algo para nunca esquecer.

      Teve uma hora que eles pararam para descansar. Fiquei na areia pedindo mais. Cheguei ao ponto de empinar a minha bundinha e bater uma siririca para ver se eles animavam.

      Cheguei a chupar os pés deles, pois precisava chupar algo.

      Então os três se levantaram e o moreno pegou nos pelos da minha bucetinha e mandou seguir. Doeu muito, quase arrancou meus pelos, mas não tinha como não seguir.

      Voltamos a trilha. Lá estava eu nua, com o corpo sujo de terra, areia e molhada.

      Me levou de volta para o chalé, onde me enviou no chuveiro e me fez tomar banho.

      Sai limpinha para eles. Colocaram a coleira novamente em mim e prenderam na parede.

      Foi então que tive minha primeira dupla penetração.

      Não lembro se foi o loiro ou o moreno que foi por baixo, mais sei que quando foi entrar o pau no meu cuzinho, foi a primeira vez naquela tarde, que vi estrelas e comecei senti dor.

      O pau queimava meu cuzinho. Queimava muito.

      Comecei a ficar confusa, pois o banho tinha tirado um pouco da “noia”, então o corpo começou a sentir tudo. Mas não tinha o que ser feito, apenas aceitar o momento.

      Foi então que quem estava por baixo, pediu para sair e colocou o pau na minha boca.

      Ele começou a pulsar e pulsar. Sentir o membro se aquecer e então veio a explosão daquela calda branca e minha boca. Cada pulsada, ele me puxava mais para perto, cheguei a achar que ele iria me sufocar com o pau na boca. O caldo foi descendo lentamente pela minha garganta, até eu engolir tudo.

      Então foi a vez de quem estava no meu cuzinho. Ele começou a urrar e a estremecer. Sentir a ardência do líquido passando pelo meu cuzinho assado.

      Eu não conseguia ficar de pé. O corpo finalmente sentiu o cansaço. Mas seu Roberto puxou a coleira e me mandou entrar em um cubículo lá estava cheio de palha, era um galinheiro não mais utilizado e me largou lá.

      Então dormi, sonhando com paus, cachoeiras e porra.

      Acordei no outro dia nua, cheia de palha e porra seca pelo corpo.

      Tentei sair do galinheiro, mas vi que a coleira e a corrente da mesma, cada uma tinha um cadeado.

      Eu senti por uma abertura que o sol estava alto e por isso olhou o buraco para ver a situação.

      Ví que a Hylux não estava mais lá. Pensei: Fui abandonada.

      Eu gritava, pedia ajuda, mas nada. Então parei e fiquei aguardando.

      Duas horas depois a porta abriu. Era seu Roberto.

      Eu comecei a sentir vergonha, pois agora não estava mais sobre efeito da bebida e maconha.

      Ele olhou para mim e sorriu rindo: Você não se lembra do que fez ontem? Eu me lembro.

      Então ele começou a contar toda a história que vocês conhecem. Eu sabia, mas achava que tinha sido um sonho. Ele colocou detalhes que eu não lembrava.

      Ele falou que na ida para a cachoeira, eu subi em uma goiabeira, e acenei para um carro que estava passando. Fui xingada de índia puta (acho que da distância não sabiam diferenciar uma oriental de uma índia).

      Ele soltou a corrente e começou a me puxar pelo lugar.

      Era uma vergonha. Ele me mostrou o jornal onde urinei e a mesa onde dancei nua.

      Ele disse: Você vai ficar mais 2 dias aqui, mandei buscar suas coisas na hospedaria. O dono é meu amigo, você vai conhecer mais tarde.

      Quero agora que você ligue para suas amigas e avise que irá se encontrar com eles daqui 2 dias, pois está curtindo seu loiro.

      Eu gritei, falei que não e ele disse:

      São apenas dois dias para ficar apenas com a gente esses momentos maravilhosos. Será que todo mundo, inclusive suas amigas devem saber?

      Congelei. Não lembrava de tinha sido fotografada ou filmada, o que sabia é que tudo que fiz foi muito humilhante para que os outros soubessem.

      Então liguei para a hospedaria do fixo de seu Roberto.

      Falei que estava apaixonada e que estava curtindo muito meu loiro.

      Quando desliguei chorei, mas não por muito tempo, um tapa na minha bunda chamou de volta.

      Faça o café, meu filho está com fome.

      E minhas roupas.

      Só daqui 2 dias

      Então fui preparar os ovos mexidos, café, pão de queijo etc.

      Quando fui levar a bandeja, me senti totalmente rubra. Pois agora tinha a noção da vergonha. Era como se eu estivesse levando o café nua para meu irmão mais novo.

      Eu tremia muito, era uma vergonha.

      Depois que servi, seu Roberto encheu um pote de manteiga com café e outro com pão de queijo, pós no chão e mandou eu comer. Eu tinha que comer voltada para a parede, assim eles poderiam ver minha bunda empinada.

      Seu Roberto então se levantou e disse: Seja uma boa menina, logo teremos visitas.

      Eu disse: Como, estou nua, são os caras do chalé.

      Ele respondeu: Não, são pessoas que você não conhece.

      Eu quase desmaiei, não acreditava no que ouvi.

      Não tinha escapatória e cada vez ficava pior.

      Então escutei carro chegando.

      Queria me esconder, mas seu Roberto disse: Se não ficar boazinha, foi te larga na estrada.

      Ele pegou os potes de manteiga, colocou do lado dele do sofá, e me fez comer da mesma forma de antes, voltado para a entrada. Você vai encarar o rosto da pessoa que entrar.

      Ele passava a mão na minha cabeça, costas e bunda como se fosse uma cadela.

      Então entrou um homem que eu já havia visto, era o dono da hospedaria. Fiquei encarando como ele mandou.

      O cara sorria e disse: Então essa é a patricinha japinha. Achei você muito metida e arrogante. Agora vejo que está no seu lugar.

      Lágrimas começaram a escorrer dos meus olhos. Quando ele começou a passar a mão na minha bunda. Ele tinha mais de 60 anos, cheirava suor e a mão era muito áspera.

      Sabia que escutei atrás da porta das suas amigas eles dizendo que provavelmente você estaria assada de tanto dar.

      Que horrível. Ele verbalmente me machucava de tal forma.

      Então seu Roberto disse: Quero ela de volta ainda amanhâ.

      Arregalei os olhos, como assim eu iria com esse homem.

      Você vai prestar alguns serviços na casa dele.

      Lembre-se o que significa um não.

      Então sai. Entrei no carro e fiquei escondida no banco de trás.

      Sei que foi pelo menos duas horas, eu não sabia onde estava.

      Chegamos a um lugar que parecia uma chácara.

      Eu perguntei das minhas roupas.

      Ele disse que se pudesse, mandava eu raspar o cabelo para deixar mais pelada.

      Ele me mandou colocar as mãos para trás as amarrou.

      Por quê?

      Será mais divertido.

      Então entramos na casa.

      Ele me levou para sala onde estavam dois rapazes um pouco mais velhos que o filho do seu Roberto.

      Com as mãos amarradas eu não podia cobrir o rosto.

      Então eles disseram. Esse é o presente que prometeu?

      Sim uma patricinha, que se hospedou conosco. Ela era muito metida e arrogante, mas agora é menos que nada. Quero que brinquem com ela, podem usar, amanhã vou devolver.

      Então eles levantaram e me pegaram com uma violência. Eles não eram puros como Carlinhos, esses não tinham vergonha de me usar.

      Fui levada para o quarto deles, onde enquanto um me comia, o outro eu chupava.

      Eu escutava: Puta japa, fala de novo que o café ta frio, fala que o lençol está com poeira. Se tiver sorte vou colocar jornal no chão para você dormir.

      O que eu chupava pegou o telefone e ligou. Começou a falar no telefone para um amigo que estava sendo chupado por uma japa naquele momento.

      Houve um momento que ele me mandou falar com a pessoa no outro lado da linha, para que acreditasse nele.

      Então disse alô. Expliquei que estava chupando o pão dele até que mandasse parar.

      Mesmo não olhando nos olhos da pessoa do outro lado da linha, foi horrível.

      Então eles pararam e disseram: Vem comigo.

      Então me levaram para a parte de trás da casa, onde eu deveria ficar alimentando as vacas até eles me chamassem.

      Lá estava um senhor negro, funcionário do local que cuidava dos animais. Ele tomou um susto, mas não falou nada.

      Eles disseram, fique com meu celular, qualquer problema me liga. Ensine ela a fazer o serviço.

      Então eu estava alimentando vacas e aprendendo a ordenhar. Fiquei pelo menos 1:30 até que ouvi o barulho de um carro.

      Então a porta abriu e além dos filhos do dono do lugar, tinham outros dois rapazes.

      Um pegou o baquinho de ordenhar e colocou bem no meio do lugar e me mandou sentar.

      Meu coração disparou, eu estava sendo exibida, sem saber o que aconteceria.

      Então um dos rapazes pegou os baldes de leite que ordenhei e mandou eu me banhar com eles.

      Vai logo puta, disse um deles.

      Um outro disse: Nunca vi uma japa de perto, que delícia.

      Então comecei a jogar o lei bem em cima de mim.

      Eles adoravam a cena, loucos para me limpar com suas línguas.

      O senhor negro olhava até que um dos rapazes disse: Vamos dar um presente para o senhor Cabral.

      Então ouvi, chupa ele vaca japa.

      Chupa bem gostoso, senão te levo na minha escola.

      Então como não duvidava de mais nada.

      Chupei, a cabeça, mordisquei, lambi, engoli até o final, bati com o pau no meu rosto.

      Então senti o jorro. Era muito forte, algo que apenas o pau gostoso de um negro tem.

      Então recebi mais uma ordem. Não engole e fica de boca aberta.

      Todos olhavam a porra escorrendo para minha garganta.

      Então, todos começaram a bater punheta.

      Cada um que ejaculava, gozava na minha boca.

      Teve um de tão afoito que acertou o pau no meio do meu nariz.

      Quando terminaram escutei.

      Engole.

      Nunca imaginei engolir tanta porra.

      Mandaram eu ficar de joelhos até chamarem.

      Eles voltaram para a casa, escutei eles conversando, jogando e assistindo TV.

      Depois de pelo menos 4 horas todos saem.

      Meus joelhos doíam, eu estava a muito tempo na posição do chá japonês.

      Então mandaram eu abrir a boca e fechar os olhos.

      Eu queria saber por que, mas disseram.

      Faz, ou vai fazer na estrada.

      Então abri a boca e fechei os olhos.

      Foi ai que vi como queriam acabar com qualquer pose que eu tivesse.

      Começaram a urinar na minha boca.

      Era horrível o gosto de urina na boca, era uma vergonha e nojeira incrível.

      Quando terminou me chamavam de Maria Mijona e riam. Eu comecei a chorar.

      Meu corpo inteiro de urina.

      Foi ai que chegou o dono do lugar. Ele me olhou e mandou entrar em um riacho que cortava o lugar.

      Dessa vez eu senti o frio da água, mas era a oportunidade de me limpar.

      Saindo de lá ele mandou os moleques sentarem e assistirem.

      Eu fiquei de quatro, foi o que ele mandou, ele ajoelhou como pau de fora e mandou eu engatinha para trás.

      Lá ia eu de encontro ao pau do velho.

      Ele comeu muito minha bucetinha.

      Mas ele queria apenas uma coisa, lubrificar o pau com a minha bucetinha e pegar meu cuzinho.

      Ele tirou o pau e colocou com tudo no meu cuzinho.

      Urrei, e ele me segurou pela cintura e puxava como se estivesse cavalgando em uma água.

      Tentei sair, mas os garotos seguraram meus braços e pernas.

      Eu ainda não tinha me recuperado do outro dia, e agora estava sofrendo.

      Ele então gozou como um louco. Ele empurrava o pau como se cada vez mais fundo, mais gostoso fosse o gozo.

      Eu acabei desfalecendo.

      Eu acordei novamente na casa do seu Roberto.

      Ele disse que acabei dormindo até o outro dia.

      O pessoal gostou muito de mim.

      E ele perguntou: Como se sentiu sendo uma boca de privada?

      Então o resto do dia passei trabalhando, desde tarefas domésticas até ajudando o filho de seu Roberto com o dever da escola.

      Cheguei até a receber um primo de seu Roberto que veio me conhecer.

      Tive que contar tudo que passei nos dois dia na frente deles, responder perguntas e não podia mentir. Mentira significaria todo mundo saber.

      Ainda tive muito que foder com seu Roberto, primo e filho.

      Lembro quando ele me mandou tomar banho e vestir as roupas.

      Ele me levou até minhas amigas, convidou elas para almoçarem.

      Eu tive que inventar algumas histórias sobre esses dias na frente delas e do seu Roberto. Ele não pouparia essa humilhação. Ele tinha chamado inclusive o moreno, louro e o dono da pousada e filhos.

      Tive que inventar uma história sobre a minha dificuldade de sentar ( eles ferraram meu cú).

      Depois que terminou a refeição, eu agradeci a todos, abracei e beijei.

      Nunca fui tão falsa, mas serviu para ver o quanto os homens sentem prazer em humilhar uma mulher 

      • lina: eu tenho vontade de um dia ser tratada assim, meu insta lina_dneve

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      • Negrão safado: Seu twitter não pega

         • uid:gqbxrrk0b
      • Meliban: Acompanhei até aqui e estou gostando muito, adorei todos os seus contos, mas gostaria mais se tivesse suas fotos 😁, por favor continue (Os fetiches tb são bons)

         • uid:ona2nnnzr9
      • James D. Morrison: Seus contos são muito chatos... longis demais, só mesmice... parece novela. Manda pra globosta... quem sabe vira campeão de audiencia??? Seus contos pra ficarem ruins precisam melhorar muito...



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