A HISTÓRIA QUE MEU MARIDO NÃO PODE SABER


Quando aquele homem estranho mudou na nossa rua, dava pra adivinhar que, coisas boas ou ruins iriam acontecer.

Hoje tenho 42 anos, sou filha de mãe japonesa e pai brasileiro. Sou uma mistura dos dois, clara como meu pai e de olhos um pouco puxados da minha mãe. Também fiquei no meio deles, sou mais alta que minha mãe e mais baixa que meu pai.
Não vou falar meu nome, pois acho que o mundo é pequeno e alguém conhecido pode me identificar.
Na época eu tinha 15 perto de fazer 16 anos, e minha mãe estava com 39.
Meu pai trabalhava há bastante tempo num banco estatal e foi transferido para uma cidade vizinha a mais ou menos 100km da nossa. Meu pai preferiu não mudar com a família para lá, pois nessa fase da vida bancária, era comum a cada 2 anos o banco transferir os funcionários antigos como ele, de um lado para outro.
Nas primeiras semanas meu pai ia e voltava todo dia, já que com pouco mais de 1h30 ele fazia o trajeto de nossa casa até o banco na outra na outra cidade. Mesmo assim foi ficando cansativo, e meu pai por fim, alugou um pequeno apartamento kitnet nessa cidade. Ele agora saía na segunda-feira cedinho e voltava só na sexta no começo da noite.
Nossa vida continuou normal, eu estudava de manhã e estava no 2° ano colegial, e meu irmão mais novo de 10 anos estudava à tarde. Minha mãe não precisava trabalhar, mas para ter o dinheirinho dela, e acredito que, mais por ter com quem conversar, ela fazia unhas da mulherada da vizinhança em nossa casa. Profissão essa, que minha mãe exercia, antes de casar com meu pai. Então, sempre tinha na parte da tarde, alguma vizinha em casa conversando e fazendo as unhas com minha mãe.

Eu já tinha ficado com alguns meninos na escola e em festas do bairro, já tinha até dado alguns amassos mais "calientes" em caras mais velhos dentro de carros, mais ainda era virgem. Na escola entre as amigas, a gente conversava muita sacanagem, fazia brincadeiras e insinuações, mas acredito que assim como eu, quase todas ainda não tinha experimentado sexo pra valer. Era só zueira de adolescentes mesmo.
Eu descobri, embaixo do colchão da cama dos meus pais, um esconderijo de revistas pornôs que eles tinham. Quando eu tinha oportunidade, sempre pegava as revistas pra ver escondida.
Minha buceta ardia de tesão quando lia relatos sexuais nas revistas Ele/Ela. Me lembro de um caso que me impressionou muito e minha buceta escorria, de um empresário em Santa Catarina, no aniversário da esposa, que era bem mais nova que ele, deu de presente pra ela 3 garotos de programa, e os caras massetaram a mulher dele de tanto meter nela na mansão do casal. Eu castigava meu grelinho nas siriricas, lendo esses tipos de contos.

Tinha uns 4 meses que um homem mudou na nossa rua a umas 5 casas da nossa, do lado oposto ao da nossa casa. Ele tinha um carro já antigo pra época, o chamado Opala, e passava boa parte do dia debruçado no muro de sua casa observando a rua.
Não sabíamos do que ele vivia, pois parecia não trabalhar, e quase o tempo todo ele tava em casa e de lá, no muro ou no portão, sempre olhando o movimento da rua.
Ele era moreno baixo, mas era corpulento e forte.
Começou correr boato que ele comeu uma ou outra mulher da vizinhança, e quando eu passava sozinha ou junto com minha mãe em frente a casa dele, o homem nos olhava de cima embaixo, e era um pouco constrangedor como ele encarava a gente.
Eu comecei a falar pra minha mãe que ele era "mau encaradão" e minha mãe disse pra mim não ligar pras olhadas dele.
Uma tarde, nossa vizinha dona Teresa veio fazer as unhas e cochichava baixinho com minha mãe. Minha mãe usava a idícula nos fundos de casa pra atender as freguesas, e era perto da janela do meu quarto. Acho que elas pensavam que eu estava dormindo mas, já fazia um bom tempo que eu ficava trancada no meu quarto, de orelhas em pé pra saber o que tanto aquela mulherada conversava.
Dona Teresa era viúva e já tinha 60 anos, mas ainda era muito bonita pra idade. Elas conversavam e riam e eu comecei a prestar mais atenção. Então ouvi dona Teresa falar pra minha mãe das vizinhas que o Ivo, esse era o nome do novo vizinho, já tinha comido da rua. Dona Teresa falou o nome de uma delas e disse que o Ivo era pausudo e quase acabou com a vizinha de tanto meter, que até o cú dela ele tinha comido e essa vizinha gritou no cacete dele. Dona Teresa disse que era pra minha mãe ter cuidado, pois ouviu falar que o Ivo tava interessado nela, e quando ele queria alguém ele não perdoava e comia mesmo. Que ele sabia que o marido da minha mãe passava a semana toda fora, e ela ficava sozinha em casa com os filhos.
Minha mãe falou, "ele não é nem besta de vir com esse tipo de interesse pra cima de mim" e completou pra dona Teresa, que não tinha perigo, que ela sabia muito bem lidar com gente assim.

Naquela época não tínhamos celular, era telefone fixo, e ele passou a tocar em casa em horários diferentes. Sempre que eu atendia, era voz de homem do outro lado da linha perguntando quem era, e quando eu me identificava, ele desligava. Falei pra minha mãe que isso acontecia com frequência, mas ela respondeu que com certeza era engano, e não se aprofundou no assunto comigo.
Mas passei a perceber às vezes, ela conversando baixinho no telefone e até se fechando no quarto, para atender na extensão e falar com mais privacidade com alguém.
Minha mãe levantava cedo e fazia o café, e às vezes quando eu levantava, ela já tava lá fora varrendo as folhas na calçada.
O Ivo passou a fazer caminhada pela manhã, e sempre passava quando minha mãe tava varrendo, e de bom dia, ele passou a parar pra conversar com ela. Coincidia com minhas saídas pra ir pro colégio, que era na rua de trás a 3 quadras de casa, e como era bem cedinho, algumas vezes vi o Ivo tentando encoxar minha mãe, ali na calçada de casa.
Era clássico, ela sempre vestia uma bermudinha jeans coladinha e apesar de ser japonesa e magrinha, tinha uma bundinha um pouco abertinha e arrebitadinha. Minha mãe, sempre se afastava das investidas do Ivo, mas ele insistente, ia se encostando nela novamente.

Era uma segunda-feira, avisei pra minha mãe que na quarta eu iria na colégio à tarde também, que teria treino de vôlei da turma da minha sala. Eu não jogava nada, era preguiçosa para esportes, mas gostava de ver o pessoal se arrebentando na quadra no calorão, e especialmente ver os corpos dos meninos em shorts e camisetas esportivas.
Minha mãe autorizou e disse que iria aproveitar para ir no centro da cidade resolver algumas pendências.
Eu era novinha, mas dava pra perceber que tinha alguma coisa no ar. Se o Ivo ainda não tinha comido a minha mãe, era questão de tempo até ele comer, pois ela tava andando mais alegrinha e soltinha em casa.
Na quarta feira, aproveitei a companhia do meu irmão e fomos juntos pra escola, apesar de ele entrar às 13h15 na aula, e os treinos ser só às 14h00.
Minha mãe, já tinha tirado o carro pra fora da garagem pra ir no centro, e eu levei às chaves de casa também, por não saber quem voltaria primeiro.
Fiquei na quadra esperando e a turma foi chegando, deu 14h00 e o professor não aparecia. Mas a certa altura a diretora veio avisar que nosso professor teve um contratempo, que seu filhinho de 3 anos sofreu um tombo dentro de casa, e ele estava com o menino no pronto socorro e o treino estava suspenso.
A galera tentou convencer ela que dava pra jogar sem a presença do professor, mas a diretora não aceitou os argumentos e pediu para que todos fossem embora e o treino seria remarcado. Pra mim tava tudo bem, eu não jogava mesmo, e sem rodeios voltei pra trás.
Quando virei a esquina da nossa rua, vi que o carro da minha mãe, ainda estava em frente de casa. Só pensei que ela não tinha saído ainda, mas chegando no portão, notei que o cadeados estava trancado. Achei um pouco estranho, mas até aí não imaginava nada de anormal. Abri e entrei e o que vi me marcou profundamente. Antes de fazer qualquer barulho, ouvi os gemidos da minha mãe, como num ato sexual. Eu já tinha ouvido isso nas madruagadas, quando ela trepava com meu pai, portanto eu sabia muito bem o que estava acontecendo.
A porta da sala da minha casa dava pra garagem dos carros, e era de vidro e tinha cortinas pra proteger da claridade, mas pelas frestas da cortina vi que o Ivo tava comendo a minha mãe por trás em pé apoiada no braço do sofá. Ele era só um pouco mais alto que ela, mas era bem mais pesado. Seu corpo moreno era musculoso e ele tinhas as pernas bem definidas e uma bunda morena um pouco avantajada. Eu fiquei vermelha vendo aquilo e não parava de olhar, minha mãe até onde eu sabia, fiel ao meu pai, dando a buceta pra um quase desconhecido, dentro de nossa casa. Minha buceta começou a pulsar e senti a umidade passar pra minha calcinha. Eu queria enfiar a mão dentro do meu shorts e dedilhar minha xana já encharcada, mas onde eu estava, era fácil alguém me ver da rua.
Continuei estática vendo o Ivo de pé fazendo o vai- vem e batendo a pélvis na bunda da minha mãe, ele segurava forte na cintura fina dela e socava o pau até o fim. O Ivo tirou tudo de dentro e deu pra ver seu pauzão marrom escuro comprido. Ele virou minha mãe de frente e sentou ela no sofá com as pernas bem abertas, e foi entrando com a cacetão de novo. A buceta da minha mãe tinha uma moitinha de pelos pubianos pretos.
Depois de ver eles trepando mais alguns minutos, não aguentei e corri pro banheiro dos fundos na idícula. Eu tava com o corpo quente e parecia que os líquidos da minha bucetinha escorria pelas pernas. Baixei meu shorts, sentei na tampa do vaso e dedilhei meu clitóris com raiva e tesão. Com a respiração ofegante, gozei nas pontas dos meus dedos. Procurei não fazer barulho, pois já ouvia o chuveiro ligado dentro de casa. Percebi que era a minha mãe já tomando banho, e deduzi que o Ivo já tinha ido embora.
Pareceu uma eternidade, eu ficar escondida no banheiro da idícula, até ela se arrumar e sair com o carro pra cidade.
Acho que ela nem percebeu, ou pelo menos não deixou transparecer, mas quando eu entrei, eu deixei o cadeado aberto que antes tava fechado.
Penso que ela continuou dando pro Ivo, já que pelo menos uma vez na semana, ela saia de carro pra cidade à tarde e logo eu via o Ivo indo atrás com o Opalão dele.
Quando meu pai voltava nas sextas-feiras, ele e minha mãe metiam bastante, eu ouvia tarde da noite os gemidos deles no quarto. Não sei se meu pai comia outras bucetas por aí, mas sabia muito bem que minha mãe tava entrando em 2 cacetes diferentes.

O tempo passou e o telefone voltou a tocar em casa. A 1a vez que eu falei com o Ivo, minha mãe tava atendendo uma vizinha, mas pra minha surpresa, era comigo mesmo que ele queria falar.
Ele era " bico doce" e sabia como chegar numa mulher. Era aquele tipo de cara, que te ganha no papo, que falava macio, gostoso, coisas que talvez você quisesse ouvir.
Ele sabia minha idade e que dia seria meu aniversário, ele sabia que eu não tinha namorado, ele sabia coisas da escola, meus gostos musicais, meu perfume, meu estilo de roupas. Ele elogiava a minha beleza e achava um desperdício uma menina tão bonita, ainda não ter namorado.
Claramente ele passou a me seduzir pelo telefone, pois ele sempre ligava quando minha mãe estava ocupada, atendendo alguém nos fundos de casa, e com concerteza seria eu quem atenderia o telefone na sala.
O Ivo falou que gostava de ver quando eu passava em frente a sua casa. Quando eu ia na padaria, no mercadinho ou na farmácia tinha que passar mesmo. E também falou que eu ficava bem no uniforme do colégio, pena que raramente eu passava lá uniformizada. Quando ia pro colégio, eu descia a rua, e a casa do Ivo era subindo.
Eu comecei a ficar enfeitiçada na conversa com o Ivo, e esperava ansiosa a oportunidade de falar com ele de novo. Passei também a dar a volta no quarteirão, quando vinha da escola, só pra passar uniformizada em frente da casa dele. Passei a ficar mais tempo em frente a minha casa, e via ele sempre de olho, lá do muro dele. Eu falava pro meu irmão pedir dinheiro pra minha mãe pra comprar KinderOvo, era febre na época, só pra mim ir na padaria buscar e passar pro Ivo me ver. Hoje anos depois, vejo que estava caidinha por ele.
O Ivo tinha 32 anos, era vivido e experiente, e sabia que eu estava no papo. Eu percebia que o plano dele era me comer também e no fundo, eu queria dar pra ele. Quando nossas conversas se enveredou para o lado do sexo, e ele soube que eu ainda era virgem, dava pra sentir o entusiasmo na fala dele pelo telefone.
O Ivo queria ficar comigo, queria que eu fosse na casa dele, mas eu tinha medo do olhar da vizinhança e driblar minha mãe também era um problema.
O bom, é que a gente sempre tem uma amiga, confidente e confiável que está disposta a ajudar.
Andréia era essa amiga. Ela estudava comigo, tinha a mesma idade, só era um pouco mais cheinha e já não era mais virgem, tinha um coroa casado que traçava ela já há um bom tempo. Andréia tinha estratégias de escapolir por 2 ou 3 horas sem ninguém desconfiar. Andréia passou a me dar cobertura.
A Andréia precisava ir ao shopping comprar umas roupas para uma festa pro final de semana. Era uma quinta-feira e convenci minha mãe a me deixar ir com ela. Fomos para o ponto de ônibus mas fomos 2 pontos pra frente, pra disfarçar mais.
O Ivo já sabendo, começou a passar com o Opala pra cima e pra baixo. Quando a circular veio só a Andréia embarcou, o Ivo vinha logo atrás e eu entrei no carro dele.
Fomos direto para casa do Ivo, ele tinha deixado o portão todo aberto e entrou direto com o Opala na garagem. Eu estava abaixadinha com o banco todo deitado. Ele desceu fechou o portão, abriu a porta da casa e me deu cobertura pra entrar escondida.
O Ivo foi logo me agarrando e me beijando de língua, eu correspondia e sentia meu corpo todo tremer. Ele começou a passar a mão nos meus peitos, na bunda e na buceta.
Eu usava bermuda jeans, uma blusinha branca e tênis branco. O Ivo também vestia uma bermuda, o que realçava as pernas musculosas e fortes dele. Minha buceta já estava molhada nessas primeiras preliminares, mas vinha muito mais.
Ele ficou de joelhos na minha frente e começou a desabotar e baixar a minha bermuda. Orientada pela Andréia que já tinha experiência no assunto, eu usava uma tanguinha branca para a minha 1a vez. O Ivo enlouqueceu me vendo de fio dental, e pegou na minha bucetinha com a mão cheia de forma muito carinhosa. Os dedos deslizavam na minha tanguinha já molhada em cima da xana.
Estávamos ainda na sala, ele tirou minha blusa e sutiã e caiu de boca nos meus peitos. Ele parecia faminto e sugava forte meus mamilos. Já dava pra ver o cacete duro forçando o tecido da bermuda, e o Ivo pegou minha mão e guiou pro pau dele. Apertei e senti o cacete como uma pedra e o Ivo falou que ele era todo pra mim.
Eu tava só de calcinha fio dental e o Ivo se livrou de suas roupas e ficou só de cuecas, o pauzão era maior ainda de pertinho. Ele me pegou no colo e me levou pro quarto, onde havia uma cama grande de casal, me deitou na cama e tirou de lado minha calcinha e começou a chupar minha buceta. Eu já tinha ouvido falar o quanto era bom ser chupada, mas era bem melhor do que eu imaginava.
Eu tava de olhos fechados e gemia baixinho com a boca do Ivo me proporcionando aquele prazer. Ele lambia toda extensão da buceta e enfiava a pontinha da língua lá dentro. Era a minha 1a vez tendo a buceta sugada por uma boca.
O Ivo tirou a cueca e vi o quanto seu cacete era comprido, ele pediu pra mim chupar, e eu toda sem jeito botei a cabeça na boca. Eu não tinha experiência mas queria cumprir bem meu papel de fêmea. Chupei até onde deu, mas acabei raspando os dentes algumas vezes no pau pela grossura.
O Ivo veio e pincelou o cacete na entrada da minha buceta, até minha espinha arrepiou, ele foi com toda calma se ajeitando e introduzindo aos poucos o pau na minha xana. O pau foi entrando e a sensação era boa e um pouco dolorida. O Ivo enfiava um pouco e recuava, ia mais um pouco e tirava. Eu sentia a buceta laciando pro cacete atrar, ela se contraia e se abria e o Ivo não se contendo mais, afundou o pau inteiro em mim. Apesar do prazer, urrei de dor com tudo dentro. Ele parou e esperou um pouco pra começar o vaivém na minha buceta, o pau roçava no meu útero. Levantei a cabeça pra olhar e vi o pau dele melado com sangue da minha xana, o Ivo tirava quase tudo é enfiava de novo. Fui me acostumando e gemendo debaixo dele, confesso que ele era gostoso e sabia como comer uma menina/mulher. Quando ele sentiu que eu já estava bem laciada, o Ivo passou a bombar forte e eu gritava mordendo os lábios de prazer. O Ivo meteu mais um tempo e anunciou que ia gozar e gozamos juntos, da minha buceta escorreu tudo no lençol.
Eu não pensava em nada no momento, em gravidez, doenças ou coisas assim, eu só queria o prazer do momento com o Ivo, agora, meu amante.
Descansamos, e com muitos beijos, nos preparamos para continuar. Em menos de 15 minutos, o pau do Ivo já tava de pé procurando o buraco da minha buceta outra vez. O Ivo me comeu mais um tempo na posição papai e mamãe, mas me virou me colocando de quatro, pegando e abrindo a minha bunda pra enfiar na xana por trás. E eu que já tinha visto ele comendo minha mãe assim, talvez foi o 1° impulso que me levou a estar na mesma posição agora.
Ele segurava firme na minha cintura e estocava forte minha buceta por trás, a sensação era muito gostosa e não demorei pra gozar de novo. Com o pau todo melado o Ivo bombom e despejou porra no meu útero novamente.
Nos preparamos pra mim ir embora, e o Ivo fez o mesmo caminho, e inversamente me deixou no mesmo ponto de circular.
Minha buceta tava um pouco dolorida e pegajosa. Cheguei em casa e fui direto pro banho, lavei minha calcinha no box e botei pra secar escondida no meu quarto.
No dia seguinte tive de contar pra Andréia tudo que rolou, a safada adorou minha atuação e ousadia.
Continuei trepando escondido com o Ivo, consegui ir lá à noite, andei matando aula pra ir meter, mas o fato é que pelo menos um dia na semana ele me pagava.
Ele tentou entrar no meu cú, mas doeu demais, ainda assim só de por a cabeça do pau, ele arrancou sangue das minhas pregas. Ele teve de se conformar só com a minha buceta mesmo.
Ele continuou comendo a minha mãe pois, toda quarta-feira era sagrado ela ir pro centro da cidade, resolver suas " pendências ".
Depois fiquei sabendo que eles se encontravam no estacionamento de um supermercado, o Ivo deixava seu Opalão lá e seguia com minha mãe no carro dela pra um motel e era ela quem pagava.
Por fim, penso que minha mãe sabia de mim também, mas eu não interferia no prazer dela nem ela no meu. Da minha mãe, nunca soube se ela dava o cuzinho pra ele.

Mas assim como surgiu, do nada, o Ivo desapareceu. Simplesmente a casa amanheceu um dia vazia, sem ele, sem o Opalão, sem nada. Ninguém sabia dele, nem rastro deixou.
Passado alguns meses, teve uma reportagem na televisão que mostrava uma quadrilha presa por roubo de cargas nas rodovias da região, e lá estava o Ivo com alguns comparsas algemados.
Assim terminou a história do cara bom de papo e de cama, que como eu soube depois, comeu pelo menos dez mulheres da minha rua, sendo eu e minha amiga Líghia as mais novas.

Conheci meu marido na época da faculdade e entre namoro e casamento lá se foram 20 anos. Lógico que nossa vida sexual já não é mais a mesma, com o fogo de outrora. Por isso meu marido vem fantasiando coisas comigo pra dar aquela apimentada na relação.
Como eu não era mais virgem quando ele me conheceu, ele agora quis saber quem foi meu 1° homem e quantos paus já entraram na minha buceta antes dele.
Menti e só falei do 2° pra frente, contando em detalhes de 4 caras com quem já transei. Meu marido vibra quando conto e me fode gostoso como nos velhos tempos.
Mas no fim foram 5 paus diferentes, mas esse.


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